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Combustíveis voltam a ser “vilões” para o bolso do consumidor

Aumento de imposto já está valendo; preço da gasolina dobrou e vai a quase R$ 1,00/litro
(reprodução)

Conforme anunciado pelo Governo, o aumento de impostos para combustíveis no Brasil começou a valer na última sexta-feira (21). De acordo com o comunicado  dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, foram elevados as alíquotas de PIS e Cofins sobre a gasolina, etanol e diesel. Já era comum ultrapassar (e muito) o valor de três dígitos na hora de encher o tanque, e é certo que esse números ficarão ainda mais altos agora.

A tributação da gasolina foi a que mais subiu, passando dos R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro – ou seja, o combustível derivado do petróleo já custa mais do que o dobro, com R$ 0,41 adicionais. Se considerada a inclusão do Cide, que é de R$ 0,10 por litro, a gasolina ficará R$ 0,89 mais cara por litro – a cada dez litros de gasolina no tanque, R$ 8,90 são oriundos de impostos.

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O imposto sobre o diesel subiu R$ 0,21, indo a R$ 0,46 por litro do combustível. Nem o protegido etanol, que antes não tinha imposto, escapou: o combustível de origem vegetal recebeu uma tributação de R$ 0,20. Com isso, o repasse do imposto para o consumidor final fica a critério de cada posto de combustível. O resultado final você já deve saber.

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida gerará uma arrecadação de R$ 10,4 bilhões até o final deste ano. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o aumento de impostos foi a única alternativa para melhorar as receitas do Governo. Será mesmo?

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