Curiosidades Destaque

Cinco versões legais do Chevrolet Astra que não tivemos no Brasil

Ícone nacional produzido pela Chevrolet, mas desenvolvido pela Opel, o Astra teve versões bem legais lá fora
Opel Astra OPC [divulgação]
Opel Astra OPC [divulgação]

Um dos carros mais emblemáticos da Chevrolet, e também um dos mais duradouros, o Astra deixou nosso mercado para ser substituído por Cobalt e Cruze. O modelo deixou saudade por seu visual esportivo e pela mecânica robusta.

Mas sabia que lá fora, quer seja como Opel, Vauxhall ou Chevrolet, o Astra teve versões bem interessantes e que nunca foram vendidas no Brasil? Para deixar a brincadeira mais justa, somente as segunda e terceira gerações entrarão na brincadeira, visto que foram as únicas produzidas no Brasil, sendo a terceira chamada de Vectra.

Opel Astra Caravan [divulgação]

Astra Caravan

Em tempos de Fiat Marea Weekend, Toyota Corolla Fielder e Renault Mégane Grand Tour, a Chevrolet não deu chance para a perua Astra. Presente desde a primeira geração até a atual, ela foi vendida como importada por aqui na fornada Belga para depois nunca mais.

Além do estilo diferente e bastante alinhado com o hatch e com o sedã, ela trazia uma interessantíssima versão esportiva OPC na segunda geração. O motor era um 2.0 quatro cilindros turbo de 240 cv. Bem interessante, não?

Opel Astra Coupé [divulgação]
Opel Astra Coupé [divulgação]

Astra Coupe

Desenvolvido pelo estúdio Bertone, o Opel Astra Coupe era a quinta variante de carroceria da segunda geração do Astra. Essa geração do modelo tinha versões hatch duas e quatro portas, perua, sedã, van, conversível e esse belíssimo cupê. A linha do teto era mais baixa e a tampa do porta-malas tão longa quanto do sedã.

Ele trazia para-choques exclusivos com visual mais arredondado e também era oferecido na versão esportiva OPC. Serviu como base para o conceito Astra X-Treme, o mais icônico de todos os concept-cars da Opel feitos até hoje e que se tornou o representante da marca nos campeonatos de turismo.

Opel Astra GTC [divulgação]
Opel Astra GTC [divulgação]

Astra GTC

Na terceira geração do Astra, quem queria uma versão mais esportiva que o hatch (conhecido como Vectra GT no Brasil), tinha como opção o GTC. O modelo era um hatch duas portas com teto mais baixo e pegada de cupê.

O modelo fez parte de uma febre de hatches médios de duas portas com essa pegada mais esportiva surgidos por volta de 2005, que teve adeptos como Renault Mégane, Seat Leon e até o Corsa. O mais legal é que ele contava com um para-brisa gigante que se fundia ao teto solar, quase como o para-brisa Zenith do Citroën C3.

Opel Astra Twin Top [divulgação]
Opel Astra Twin Top [divulgação]

Astra Twin Top

Já pensou em um Chevrolet Vectra conversível? Pois esse era o Astra Twin Top. E mais interessante que a primeira geração do modelo sem teto, esse contava com cobertura metálica, não de tecido. O que tornava ele o substituto ideal para as versões cabrio e cupê.

Ironicamente na geração seguinte a Opel voltou a usar teto de tecido e até deu ao Astra conversível um nome próprio: Cascada. Com esse rebatismo, ele foi vendido também nos Estados Unidos, só que com a marca Buick (e foi um fracasso, diga-se de passagem).

Opel Astra OPC Nürburgring Edition [divulgação]
Opel Astra OPC Nürburgring Edition [divulgação]

Astra OPC Nürburgring Edition

Versão esportiva divertida de verdade merece ser mencionada duas vezes, mas esse caso é especial. Em busca do recorde na pista de Nürburgring, a Opel fez o Astra Nürburgring Edition. Baseado na versão OPC com motor 2.0 turbo de 242 cv, ele acelerava de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos e tinha velocidade máxima de 244 km/h.

Tudo isso controlado por um câmbio manual de seis marchas. Em relação ao Astra OPC regular da época, baseado na versão GTC, ele trazia bancos esportivos mais leves, faixas decorativas, bitolas mais largas, controle eletrônico aprimorado e pneus de competição.

>>Chevrolet começa 2021 aumentando preço de todos os carros no Brasil

>>Chevrolet produzirá carros elétricos para Honda e Acura

>>Chevrolet investirá R$ 10 bilhões para novas Spin, Montana e S10

Sobre o autor

João Brigato

8 Comentários

Clique aqui para comentar