Novidades

Mercedes Classe S ganha facelift

Sedã de luxo traz novo motor V8 4.4 biturbo de 612 cv

O sedã mais luxuoso da Mercedes-Benz ganhou um upgrade, com novos motores e equipamentos tecnológicos. Essa é a primeira mudança da atual geração do Classe S (lançada em 2013), um dos destaques da marca da estrela de três pontas no Salão de Xangai, na China.

Visualmente, o grande sedã ganha nova grade, faróis de leds adaptativos com três feixes de leds nas luzes diurnas, para-choque dianteiro com desenho mais agressivo e lanternas com novo arranjo interno. Mudanças sutis, mas que garantem um ar de novidade para o sedã de luxo.

Por dentro, o Classe S tem como destaque as duas telas com 12,3 polegadas cada, uma como quadro de instrumentos e outra sensível ao toque com comandos de áudio, navegador, ar-condicionado, entre outras funções. Há ainda um novo volante de três raios com comandos capacitivos (como a tela de um smartphone), além de carregador de celular sem fio e um sistema de conveniência, que configura em seis modos ar-condicionado, sistema de som, bancos e iluminação interna de 64 cores.

Há novidades em termos de motorização também, os turbodiesel de seis cilindros em linha 3.0 em versões de 286 cv e 340 cv, sempre com tração integral – e vale lembrar ainda que motores seis cilindros a gasolina retornarão e estarão disponíveis em breve. Entre os propulsores a gasolina, há o V8 biturbo de 469 cv para a versão S 560 e a de alto luxo Maybach.

Na configuração esportiva Mercedes-AMG S 63 sai de cena o V8 de 5,5 litros biturbo e entra o V8 4.0 biturbo de 612 cv, com tração integral e câmbio automático de nove marchas. Apesar do tamanho, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos. Se o S 63 AMG não foi o suficiente, continua disponível como topo de linha o S 65, com seu V12 6.0 biturbo de 630 cv e estratosféricos 102 kgfm de torque.

Entre as tecnologias, o novo Classe S dispõe de suspensão que inclina a carroceria em até 2,7 graus para o lado de dentro da curva para aumentar o conforto dos passageiros (diminuindo a força centrífuga), controlador de distância à frente, assistente de frenagem automática (que até assume o volante e desvia o veículo de um obstáculo) e leitura de placas de sinalização.

Um sistema pode até parar o carro caso o motorista pare de acelerar, frear ou mexer no volante por algum tempo (como em casos de cochilos, mal estar ou desmaios, por exemplo).

Sobre o autor

Diego Dias

Um comentário

Clique aqui para comentar