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01.03.2010

Honda City: casamento do Civic com Fit

da Redação

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Novidade para os brasileiros, o Honda City chegou ao nosso país em suas terceira geração. E mesmo com os executivos da marca afirmando que o modelo não é um mini Civic e nem um Fit sedã, não há como notar e comentar a semelhança dos carros.


Pois, o tamanho do City, quando observado rapidamente na rua, por exemplo, pode provocar essa confusão. Isso porque, apesar de se tratar de um sedã compacto, tem medidas próximas de um sedã médio e realmente passa a impressão de um carro maior.


Na verdade, ele utiliza plataforma do Fit, porém é mais baixo e mais comprido, com medidas que se aproximam da geração antiga do Civic. Portanto, um detalhe que contribui para a sensação de que o carro é maior. E independente disse, o City tem porte mais imponente, o que deixa diferente de um sedã médio. Pra completar, a Honda optou por oferecer um carro bem equipado, desde a versão considerada de entrada.

 

 


Por dentro, o City capricha no espaço para cinco pessoas, sem distinção. No banco de trás, por exemplo, além da boa acomodação para as costas e pernas, tem banco com encosto de cabeça e cinto de três pontos para os três passageiros e ainda encosto reclinável.


Vale lembrar outro detalhe sobre a proposta do City: ele é um carro feito para os mercados emergentes, como é o caso do brasileiro. Então, traz soluções que interessam ao consumidor da nossa região, como é o caso do bom espaço para os passageiros, o acabamento cuidadoso e soluções interessantes para carregar objetos no interior, como esse espaço embaixo do banco traseiro, que comporta um guarda-chuva. Ao contrário do Civic, tem um bom porta-malas, com capacidade para 506 litros.


O Honda conta com três versões de acabamento: LX,EX e EXL. As três utilizam o mesmo motor 1.5 I-Vect 16 válvulas Flex, já conhecido do Fit. Ele gera 116 cavalos de potência com álcool aos 6 mil giros e tem torque de 14,8 kgfm, com qualquer um dos combustíveis. A transmissão pode ser manual ou automática, ambas com cinco velocidades.

 

 


Esta que avaliamos é a LX, a primeira delas, equipada com câmbio manual. E ele mantém a boa característica do Fit, ou seja, temos um conjunto de motor e transmissão muito afinado e que responde rápido também aqui no sedã.


Mas aqui dentro, quando você acelera mais forte, o motor fica bem ruidoso e o som entra com facilidade. E isso incomoda um pouco. Mas no geral, a condição para quem dirige é muito boa.


Bonito, moderno e requintado, quando chega a hora de conferir o preço do City, volta a questão da sua proximidade com os sedãs médios. Aliás, dependendo da versão escolhida, ele tem valores iguais ao do Civic. Portanto, aqui a aposta está nos consumidores que exigem mais e que confiam muito na marca, mas que não questionam o preço.

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