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O retorno de um mito

Bugatti Veyron renasce em criação única com 1.600 cv

O Bugatti Veyron FKP Hommage homenageia Ferdinand Piëch, o idealizador do Veyron, com motor W16 e um nível extremo de artesanato

2 min de leitura

Esta é uma criação única, que combina nostalgia com um motor de mais de 1.500 cv. O Bugatti Veyron FKP Hommage eleva a engenharia e o processo artesanal de construção a um nível quase irracional. Ele é o segundo produto do programa Solitaire da Bugatti, criado para homenagear Ferdinand Karl Piëch, o idealizador do Veyron. Duas décadas após sua estreia, a criação celebra o modelo que redefiniu o cenário dos hipercarros.

O Veyron estabeleceu novos parâmetros de desempenho ao romper a barreira dos quatro dígitos de potência e alcançar velocidade máxima de 407 km/h. Ainda assim, o FKP Hommage é mais avassalador: utiliza a versão mais robusta do motor W16 já instalada em um carro de rua, entregando 1.600 cv, contra 1.001 cv do Veyron original.

Trata-se da configuração mais extrema do quad-turbo homologado para uso em vias públicas, com sistema de arrefecimento aprimorado e câmbio reforçado para suportar o elevado torque. À primeira vista, o visual remete ao Veyron original, mas há mudanças claras.

Bugatti Veyron FKP Hommage vermelho e preto parado de frente
Bugatti Veyron FKP Hommage [Divulgação]

A tradicional grade frontal em formato de ferradura está mais larga e tridimensional, usinada em alumínio maciço, enquanto as tomadas de ar exibem maiores dimensões. Além disso, os faróis adotaram um novo formato mais afilado e, assim como a grade dianteira, ficaram maiores.

Interior do Bugatti é único e feito sob medida

A carroceria em preto e vermelho faz referência direta ao conceito do Veyron apresentado em 2003. O tom vermelho recobre uma base prateada, ampliando a sensação de profundidade visual, enquanto o preto revela a fibra de carbono aparente, protegida por uma camada transparente. As rodas de maior diâmetro são calçadas com pneus Michelin.

No interior, volante e console central em alumínio são peças sob medida, e os revestimentos foram desenvolvidos em Paris. No painel, um dos destaques é o relógio Audemars Piguet Royal Oak Tourbillon de 41 mm, integrado ao veículo e movimentado mecanicamente pelo próprio carro. É o retorno de um ícone da indústria, que nos fez delirar ao cravar 407 km/h.

E você, o que achou dessa criação? Compartilhe sua opinião nos comentários.


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Rafael Dea

Cursou Jornalismo para trabalhar com carros. Formado em 2005, atuou na mídia impressa por mais de 16 anos e também em veículos on-line. Embora tenha uma paixão por caminhonetes, não dispensa um esportivo — inclusive, foi o único brasileiro a participar do lançamento global do Porsche Panamera GTS.

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