A caminhonete Mitsubishi L200 encerrou sua trajetória em nosso mercado. Lançada no país em 1992, o utilitário médio desapareceu do site oficial do fabricante após mais de 30 anos de oferta ininterrupta. A produção em Catalão (GO), realizada pelo Grupo HPE, terminou no ano passado para abrir espaço à nova geração.
O encerramento da produção da Mitsubishi L200 Triton foi acelerado pelo fim do motor 2.4 turbodiesel anterior, que não atende às novas regras de emissões do Proconve L8. A partir de agora, o consumidor terá à disposição apenas a nova Triton, a sexta geração global do utilitário. A mudança segue a estratégia de unificação global.

Quem é a Mitsubishi Triton
A nova Triton também sai da planta de Catalão (GO) e conta com sete versões. Para venda direta (pessoa jurídica ou produtor rural), a marca oferece as opções GL MT e GL AT, com preços não disponíveis ao público e sob consulta. Esta última, no entanto, pelo programa de assinatura da Mitsubishi oferece uma mensalidade de R$ 6.515. A mesma versão, porém, equipada com caixa manual de seis marchas, tem valor de R$ 6.415.
Para o varejo, o utilitário médio da Mitsubishi parte de R$ 271.590 (promocional R$ 265.590) na versão GLS e alcança os R$ 349.990 na série Savana. Além dela, a versão Katana, posicionada logo abaixo do topo da gama, custa R$ 345.890.


Sob o capô
O propulsor, que passa a ser importado, é o 2.4 16V de quatro cilindros com injeção direta common-rail biturbo e intercooler. O conjunto entrega 205 cv a 3.500 rpm (um ganho de 15 cv sobre a geração anterior) e torque de 47,9 kgfm, disponível entre 1.500 e 2.750 rpm. O câmbio é automático de seis marchas com conversor de torque, enquanto a tração 4×4 Super Select II.
A versão Katana, entre os itens de série, inclui controlador de velocidade adaptativo, carregador de smartphone por indução, sete modos de condução, assistente de farol alto e de condução de trailer, aviso de saída involuntária de faixa, sete airbags, monitoramento de pontos cegos, além de Start-Stop, que desliga o motor da caminhonete durante breves paradas, como nos semáforos, reduzindo o consumo e a emissão de poluentes.

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