A caminhonete Toyota Hilux é, indiscutivelmente, um case de sucesso tanto no Brasil quanto ao redor do mundo. Ao estrear a nona geração lá fora, ela não passou a ser sustentada por uma nova plataforma. A explicação está na estratégia fabricante. Ao manter a arquitetura IMV, existente desde 2004, com construção de carroceria sobre chassi, a Toyota optou por uma base já consolidada, embora amplamente atualizada, segundo a própria marca.
Fato é que a Toyota poderia ter adotado a plataforma TNGA-F, compartilhada com modelos como Tacoma, Land Cruiser e Lexus GX vendidos no mercado norte-americano. No entanto, a decisão foi pensada para atender de forma mais funcional os compradores da Hilux ao redor do mundo, em vez de buscar uma tecnologia mais recente.
Anyarat Sutthibenjakul, engenheiro-chefe regional da Toyota Motor Asia, explicou em entrevista publicada pelo AutoBlog que muitos dos mercados da Hilux são países em desenvolvimento. Assim, preço e facilidade de serviços pesam mais para esses consumidores do que a adoção de uma arquitetura mais moderna.

Obviamente, colocar a caminhonete Hilux sobre uma nova plataforma acarretaria maior complexidade, aumento de custos e pouco benefício prático para uma parcela significativa de clientes. “Quando falamos sobre custo total de propriedade, há muitos fatores envolvidos, incluindo o preço inicial, a disponibilidade, a manutenção e o tempo de inatividade. Mantemos a plataforma ideal para os clientes, não para nós mesmos”, afirmou Sutthibenjakul.
A plataforma IMV da Toyota Hilux
Mesmo utilizando a plataforma IMV, a caminhonete da Toyota não pretende ficar estacionada na próxima década. Sobretudo, novas regras de emissões e a eletrificação podem impulsionar mudanças mais profundas dentro de cinco anos, talvez até antes.
Ainda assim, segundo o executivo, “ninguém sabe quanto tempo essa plataforma vai durar. Podem ser cinco ou dez anos”. Portanto, a arquitetura IMV permanece como solução atual, embora funcione como uma ponte para transformações mais amplas.



Além disso, o fabricante também avalia opções híbridas convencionais (HEV) e híbridas plug-in (PHEV), além de versões da caminhonete já confirmadas 100% elétricas (BEV) e movidas a célula de combustível para 2026. Até mesmo a adoção de um sistema de tração 4×4 em tempo integral está em estudo pela marca.
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A Toyota vende qualquer merda aki, porque os brazucas otários seguidores da seita Toyota aceitam, essa é a real.
Tá zoando. Hilux lider de vendas por ser a melhor picape a mais de 10 anos. Não quebra não desvaloriza e é símbolo de resistência e confiança.