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Jeep Avenger com novo visual vai demorar para chegar no Brasil

SUV compacto estreia por aqui com desenho atual e só deve mudar de cara quase no final da década

3 min de leitura

O Jeep Avenger está prestes a fazer sua estreia no Brasil, mas ele chegará desatualizado em relação ao modelo Europeu. A marca prepara a primeira reestilização do SUV desde seu lançamento no início de 2023 na Europa, porém por aqui o Avenger vai desembarcar com o visual que conhecemos. 

Segundo o site Auto Segredos a reestilização que será apresentada na Europa só deve chegar ao Avenger produzido no Brasil na linha 2028. Na prática, isso significa que o SUV compacto vendido por aqui vai atravessar os primeiros anos de mercado sem mudanças visuais.

O que muda no Avenger europeu

Na Europa, o Avenger está prestes a passar por uma reestilização que segue a nova identidade visual da Jeep. A dianteira será redesenhada, com faróis mais afilados e uma grade inspirada na nova geração do Jeep Compass, inclusive com elementos iluminados.

Jeep Avenger camuflado flagrado na Europa
Jeep Avenger [Quattroruote]

O para-choque também muda, ganhando uma entrada de ar mais larga e desenho mais agressivo. As rodas serão inéditas e a traseira deve receber ajustes sutis, com novas lanternas e alterações no para-choque para alinhar o modelo ao restante da gama da marca.

Quando o facelift chega ao Brasil

Se o Avenger nacional só vai receber esse visual na linha 2028, propúnhamos que a nova linha só chegue no final de 2027, como é praxe da Jeep fazer. Até lá, o SUV compacto seguirá com o mesmo desenho apresentado originalmente na Europa em 2023.

Jeep Avenger [divulgação]
Jeep Avenger [divulgação]

Essa estratégia conversa com o cronograma industrial da Jeep no Brasil e com a prioridade da marca nos próximos anos, que está mais concentrada em outro modelo.

Antes do Avenger mudar, quem vai mudar é o Renegade

A próxima grande novidade da Jeep no Brasil será a reestilização do Jeep Renegade. Como o Auto+ apurou com exclusividade, o modelo vai ganhar nova dianteira, traseira redesenhada e um interior totalmente novo, inspirado no Compass e no Commander.

Protótipo do Jeep Renegade camuflado, visto de lado e com lanternas acesas
Protótipo do Jeep Renegade reestilizado [Autos Segredos/ Reprodução]

Além do visual, o Renegade também vai marcar a estreia do sistema semi-híbrido de 48 volts. Esse conjunto vai se espalhar gradualmente pela gama da marca nos próximos anos.

Como será o Jeep Avenger brasileiro

O Avenger será produzido no Brasil sobre a plataforma CMP, a mesma usada por modelos como Citroën C3, Basalt, Aircross e Peugeot 208 e 2008. Por isso, ele será fabricado na planta de Porto Real (RJ).

Jeep Avenger e-Hybrid [divulgação]
Jeep Avenger [divulgação]

A expectativa é que o SUV chegue ao mercado no primeiro semestre, com versões batizadas de Altitude, Longitude, 85th Anniversary e Sahara, conforme apurou o Autos Segredos. Debaixo do capô, o Avenger brasileiro vai usar o motor 1.0 turbo T200 com sistema semi-híbrido de 12 volts, já conhecido de Fiat Pulse e Fastback.

Esse conjunto entrega 125/130 cv e 20,4 kgfm de torque, com o motor elétrico atuando como alternador e motor de partida. A transmissão será um câmbio CVT que simula sete marchas.

Jeep Avenger e-Hybrid [divulgação]
Jeep Avenger e-Hybrid [divulgação]

Em dimensões, o Avenger se posiciona claramente como SUV compacto. Ele mede 4,08 metros de comprimento, 1,78 metro de largura, 1,53 metro de altura e tem entre-eixos de 2,53 metros. O porta-malas leva 380 litros.

No Brasil, o Jeep Avenger vai rivalizar com Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera, além de futuros lançamentos como o Chevrolet Sonic e o novo SUV compacto da Hyundai.

E você, está ansioso para a chegada do Jeep Avenger? Deixe seu comentário!


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Luiz Forelli

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, sempre fascinado por carros. Passava horas dirigindo no colo da família dentro da garagem ou empurrando carrinhos pela casa, como se já soubesse que seu caminho estaria entre motores e rodas. Hoje, realiza o sonho de infância escrevendo sobre o universo automotivo com a mesma empolgação de quem brincava com um volante imaginário. No lugar do sangue, corre gasolina, e isso nunca foi segredo.

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