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Lembra de primeira delas?

5 caminhonetes que andam esquecidas no mercado brasileiro

Vamos te contar quais caminhonetes estão esquecidas nos últimos tempos em solo brasileiro. Acha justo que ela sejam tão ofuscadas?

5 min de leitura

O mercado brasileiro está repleto de opções nas mais diversificadas categorias. Com isso, muitos modelos competentes acabam sendo ofuscados por outros que possuem uma atratividade maior. Vamos conhecer nessa lista, cinco caminhonetes que passam despercebidas perante suas rivais, mas que mereciam mais atenção.

Traremos detalhes de motorização, consumo, tamanho, itens de série e outros destaques. Assim, você pode conhecê-las melhor e quem sabe não faz um test-drive nas concessionárias.

Renault Oroch

Surpreendentemente, a Oroch chegou primeiro do que a Fiat Toro, sua maior rival. Contudo, a picape da Renault é bem esquecida no segmento de caminhonetes intermediárias. Ela fica atrás da Toro e da Chevrolet Montana, embora tenha diversas qualidades. Hoje, ela é equipada apenas com o motor 1.6 aspirado flex de 112 cv e câmbio manual de seis marchas. Ela tem 4,70 m de comprimento e 2,82 m de entre-eixos.

A caçamba comporta 683 litros ou até 680 kg de carga, dependendo da versão. O consumo na cidade com etanol é de 7,6 km/l e na estrada é de 8,1 km/l. Já com gasolina, ela faz 11,3 km/l e 11,7 km/l, na ordem. A versão mais básica é a Pro e ela tem ar-condicionado, direção eletro-hidráulica e controlador de velocidade. A tração é sempre dianteira e seus preços variam entre R$ 126.690 e R$ 140.790.

Volkswagen Saveiro

VW Saveiro Robust prata estacionada de traseira com para-choque preto
VW Saveiro Robust [Auto+/Leo Alves]

Outra das caminhonetes que andam esquecidas, mas que valem a pena é a Saveiro. Inclusive, a caminhonete compacta alemã é um dos carros mais antigos em produção no Brasil, pois ela tem mais de 40 anos de estrada. Todavia, ela disputa atenção com a Fiat Strada. Todas as versões contam com o motor 1.6 aspirado flex de 116 cv e o câmbio é manual de cinco marchas. A tração é sempre dianteira.

Sobre tamanho, a Saveiro tem 4,49 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos. A caçamba leva até 924 litros e 664 kg de carga, dependendo da carroceria. O consumo de etanol é de 7,9 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada ou 11,3 km/l e 12,4 km/l, com gasolina e nos mesmos cenários. Freios a disco, direção hidráulica e dois airbags vêm de fábrica desde a opção mais barata. Os preços ficam entre R$ 110.490 e R$ 131.490.

Jeep Gladiator

Jeep Gladiator Rubicon [Auto+ / Rafael Pocci Déa]

De todas as picapes indicadas nessa lista, a Gladiator é a que tem visual mais diferenciado. Afinal de contas, ela é quadrada por todos os cantos. Um dos destaques é o motor 3.6 V6 Pentastar a gasolina. Ele rende 284 cv e 35,4 kgfm de torque. O câmbio é automático de oito marchas e a tração é integral. Ela tem 5,59 m de comprimento e 3,48 m de entre-eixos. A caçamba leva 1 mil litros ou 674 kg de carga.

No entanto, o consumo de 6,3 km/l em ciclo urbano e 7,1 km/l em ciclo rodoviário podem assustar o condutor. Vendida em versão única, a Gladiator Rubicon traz bloqueador de diferencial, rodas de 17″ e pneus de uso misto. Gancho de reboque, protetores reforçados e piloto automático adaptativo se destacam. Ela é oferecida aos brasileiros por R$ 499.990.

Nissan Frontier

Nissan Frontier Pro-4X cinza parada de frente
Nissan Frontier Pro-4X [Auto+ / Rafael Pocci Déa]

A Toyota Hilux é a rainha do segmento há um bom tempo e com isso ela acaba ofuscando diversas opções. E uma das caminhonetes médias que andam esquecidas por aqui é a Frontier. A picape da Nissan é tão veterana quanto a da Toyota e se destaca pela confiabilidade. A Frontier traz o motor 2.3 bi-turbo diesel de 190 cv e câmbio automático de sete marchas e tração 4×4 em todas as versões.

Ela possui 5,26 m de comprimento e 3,15 m de entre-eixos. Sua caçamba acomoda 1.054 litros ou até 1.030 kg de carga. O consumo em ambiente urbano é de 9,4 km/l e em ambiente rodoviário ela faz até 11 km/l. Desde a versão mais barata, a Frontier traz alerta de colisão frontal, central multimídia, assistente de frenagem e rodas de liga leve. Seus preços variam entre R$ 277.590 e R$ 317.990.

BYD Shark

BYD Shark branca parada de frente com árvores ao fundo
BYD Shark [Auto+ / João Brigato]

Por fim, a última das caminhonetes esquecidas no mercado brasileiro hoje é a Shark. Porém, ela tem uma possível razão para isso. O que acontece é que ela é híbrida plug-in. Ou seja, uma tecnologia que demanda infraestrutura de recarga próxima, algo que o Brasil sofre atualmente. Ela conta com o motor 1.5 turbo e mais um conjunto elétrico. Juntos, eles rendem 437 cv. A bateria tem 29,6 kWh de capacidade.

Aliás, a Shark tem alcance elétrico de 57 km e a tração é integral. Sobre tamanho, a picape da BYD tem 5,45 m de comprimento e 3,26 m de entre-eixos. A caçamba acomoda 1.200 litros ou 790 kg de carga. Painel de instrumentos de 10,25″, multimídia de 12,8″, câmera com imagem panorâmica e alerta de saída de faixa com assistente são de série. Ela pode ser comprada nas concessionárias da marca por cerca de R$ 339 mil. Inclusive, ela terá a companhia de uma irmã menor em breve.

Qual dessas caminhonetes você acha injusto ser esquecida? Conte nos comentários


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4 comentários em “5 caminhonetes que andam esquecidas no mercado brasileiro”

  1. Valdemagno Silva Torres

    A Oroch é morta porque ela acaba com a vantagem da Duster. O SUV é bom de passageiros e carga, tanto que dá pra adaptar 7 lugares (não sei porque a Renault não faz uma de 7 lugares). A Shark é cara demais. Não entendi o esquecimento da Frontier.

  2. Valdemagno Silva Torres

    Saveiro se matou porque não faz mais a versão de cabine dupla, que sempre foi sucesso no Brasil. Também merecia uma versão 4 X 4 e a da Jeep o comprador fica mais com as versões fechadas da marca. Ela fica entre o SUV e a Pick Up.

  3. Alexandre

    Não acredito que estão cobrando esses preços por Saveiro e Oroch! É sério? Dessa lista aí só a Frontier interessa ou se salva, para mim.

  4. Eliezer

    Eu tenho uma Orochi,e é maravilhosa

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Felipe Yamauchi

Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.

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