Ao vivo
Home » Curiosidades » 5 carros que tiveram versões conversíveis fora do Brasil

Curiosidades

Conversível!

5 carros que tiveram versões conversíveis fora do Brasil

Tirar o teto de um carro comum traz um certo molho, como é o caso desses cinco carros. E todos eles já foram vendidos no Brasil...com teto

5 min de leitura

Carros conversíveis já foram moda. Transformar um hatch ou um sedan em um sem teto era o grande charme na Europa antes dos SUVs. Se bem que já transformaram SUVs em conversíveis…Enfim. Contudo, diversos carros vendidos no Brasil tiveram suas variantes conversíveis e que nunca vieram para cá.

Por aqui, nossa cota de modelos com teto retrátil derivados de carros mundanos foi preenchida principalmente pela Peugeot. A marca do leão controlada pela Stellantis trouxe 206 CC, 307 CC e 308 CC. Conheça agora versões conversíveis de cinco carros generalistas que já foram vendidos no nosso país, mas não na versão conversível.

Ford Focus

Projetado para ser um carro global, o Ford Focus teve quatro gerações ao todo, mas somente uma contou com uma variante conversílvel. A segunda geração do Focus foi lançada em 2004 nas carrocerias sedã, hatch (duas e quarto portas) e perua. Mas em 2006 surgiu o conversível Focus CC.

Tal qual outros modelos que estão nalista, o Ford Focus CC tinha teto metálico retrátil, o que dava a ele uma aparência de cupê quando fechado. Ele tinha o mesmo comprimento basicamente do sedan, permitindo espaço um pouco mais amplo para os passageiros. A traseira era diferente de todos os Focus, sendo o único com lanternas que invadiam a tampa do porta-malas. Com isso, beleza passava longe dele…

Opel / Vauxhall Astra / Chevrolet Vectra

Presente desde a primeira geração do Opel / Vauxhall / Chevrolet Astra, a versão conversível foi uma de tantas que nunca vieram para o Brasil. Mas o interessante foi como a versão sem teto do hatch médio se transformou ao longo das gerações. Na primeira, era baseado no hatch, ou seja, mais curto e menor. Esse modelo conhecemos como Astra Belga no Brasil.

Na segunda, foi desenhado pelo estúdio Bertone e tomava como base o Astra Coupé. Era um modelo maior e mias longo. Na terceira, vendida como Chevrolet Vectra no Brasil, mudou o nome para Astra TwinTop e trouxe teto de metal retrátil. Por fim, a quarta e última geração adotou o nome Vauxhall / Opel Cascada e foi vendido até nos Estados Unidos como Buick.

Volkswagen Golf

A Volkswagen sempre teve versões conversíveis do Golf. Mas, desde a sétima geração, aboliu a opção sem teto do hatch médio. Só que a mais emblemática é a quarta geração, popularmente conhecida como sapão. É que esse modelo era uma verdadeira gambiarra. A Volks queria economizar custos no seu desenvolvimento e fez algo um tanto quanto estranho.

A plataforma, carroceria e interior do Golf Cabrio 1998 era a mesma do modelo de terceira geração de 1993. A diferença é que a Volkswagen colocou a frente do Golf MK4 na carroceria do modelo mais antigo. A traseira recebia nova tampa do porta-malas e para-choque modificado, mas ainda quadrados. Por dentro novo volante e só. Era estranho ver um carro de uma geração com elementos de outra.

Citroën C3

A Citroën ama pensar fora da casinha e o C3 Pluriel é a prova viva disso. Nascido em 2003, a versão conversível do hatch compacto C3 quase não compartilhava elementos externos com seu irmão. Contudo, o interior, plataforma e parte mecânica eram idênticos. A ideia da marca da Stellantis para o C3 Pluriel era oferecer vários carros em um.

Ele tinha teto de tecido que poderia ser aberto parcialmente como um teto solar. As colunas eram removíveis, o que tornava ele um conversível completo. Havia ainda a possibilidade de dobrar os bancos e transformá-lo, no que dizia a Citroën, em picape. Durou até 2008 e foi o último conversível da história da marca francesa.

Nissan March

O Nissan March já não está mais entre nós. Mas a geração anterior à oferecida no Brasil teve versão conversível. Chamado de Micra C+C na Europa, o hatch compacto nipônico foi apresentado como conceito em 2002, mas só chegou às lojas em 2005 junto a primeira reestilização do hatch.

Como era moda na época entre os carros, o Nissan Micra C+C tinha teto retrátil metálico, não de tecido como em um conversível tradicional. Quando fechado, tinha ares de coupé. Mas isso fez com que a tampa traseira ficasse mais longa demais, tornando a traseira dele feia e pesada. Além disso, na prática, era um carro para duas pessoas.

Qual desses conversíveis você teria na sua garagem? Conte nos comentários.


YouTube video

João Brigato

Formado em jornalismo e design de produto, é apaixonado por carros desde que aprendeu a falar e andar. Tentou ser designer automotivo, mas percebeu que a comunicação e o jornalismo eram sua verdadeira paixão. Dono de um Jeep Renegade Sem Nome, até hoje se arrepende de ter vendido seu Volkswagen up! TSI.

Você também poderá gostar