A tecnologia evoluiu com o tempo e está cada vez mais presente nos carros. A presença dela se dá muitas vezes por meio dos itens ADAS, os recursos de condução semiautônoma. Eles possibilitam mais conforto, comodidade e segurança aos ocupantes. Contudo, esses sistemas tecnológicos vão começar a dar uma pequena dor de cabeça aos donos.
Segundo dados apurados pelo instituto internacional HLDI, o número de automóveis que terão esses itens tecnológicos vai dobrar até 2028. Com isso, tanto o reparo quanto recalibração dos recursos ficarão mais caros. E o reparo não é indicado apenas em caso de uma colisão mais forte como também em uma simples encostada, pois uma pequena movimentação pode fazer com que o sistema não funcione corretamente.
As câmeras e os sensores podem exigir uma nova calibração com o tempo, já que sofrem com as intempéries do tempo e até do trânsito. E o custo para calibrá-los novamente pode subir, dado alguns fatores como ferramentas especiais para a atualização e até mão de obra especializada. Segundo o Auto Blog, o custo médio para recalibrar os itens ADAS nos Estados Unidos é de cerca de US$ 500, ou aproximadamente R$ 2,6 mil.

Todo mundo sai ganhando
Com os reparos cada vez mais complexos, existe a possibilidade de o valor da cobertura dos seguros sofrer um aumento. O que acontece é que muitos problemas dos itens ADAS acabam sendo resolvidos por empresas tecnológicas terceirizadas das montadoras. E como elas podem cobrar um preço mais alto para solucionar o problema, um gasto extra pode pesar no bolso do condutor.
Mesmo que o seguro tenha um aumento, quanto mais os carros tiverem os itens ADAS, mais a população sai ganhando. Hoje, não existe mais os antigos “carros pelados”. Eles saem de fábrica com diversos itens de segurança e de conforto. Logicamente que quanto mais os itens de condução semiautônoma forem se popularizando, seus custos de manutenção se diluem e se aproximam dos custos de reparo de componentes simples.

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