Com informações de João Brigato
Conhecida pelo codinome Projeto Patagônia, a nova Volkswagen Amarok está prevista para estrear no mercado brasileiro em 2027. A caminhonete nasce de uma parceria estratégica entre a montadora alemã e a gigante chinesa SAIC Motor, com um investimento de US$ 580 milhões (cerca de R$ 2,9 bilhões, em conversão direta).
A caminhonete fruto dessa joint venture não será uma réplica do modelo Maxus Interstellar X, embora utilize a arquitetura modular do utilitário chinês. A Volkswagen assegura que o utilitário médio terá identidade própria e acerto específico para o nosso mercado. O design, inclusive, está sob a responsabilidade de José Carlos Pavone, chefe de design da marca para as Américas, assegurando o DNA visual da Volks.

Receita global com tempero brasileiro
A estratégia mistura a produção argentina com o design brasileiro e a tecnologia da SAIC, resultando em uma caminhonete que deve atingir os 5,50 metros de comprimento. Um dos maiores trunfos da plataforma chinesa é a versatilidade energética.
A base permite diferentes níveis de eletrificação, abrindo portas para versões semi-híbridas (48V), híbridas plug-in (PHEV), para bater de frente com a Ranger PHEV, e até uma variante 100% elétrica.


O triunfo do motor V6
De acordo com informações obtidas pelo editor-chefe João Brigato, a Volkswagen manterá o aclamado motor V6 na nova geração. O propulsor com seis cilindros em V continua como o maior argumento de vendas da caminhonete média. A estratégia de manter números superlativos de desempenho assemelha-se ao que o fabricante projetou na nova e terceira geração do Volkswagen Tiguan R-Line.
O SUV chegou oferecendo o propulsor EA888 Evo5, que entrega 272 cv e 35,7 kgfm. Ou seja, trata-se da configuração mais potente do utilitário esportivo em terras brasileiras. Além disso, a renomada tração integral 4Motion está de volta para gerenciar toda essa força. O sistema Haldex trabalha de forma independente e reconhece o terreno para adaptar a entrega de potência. O preço do novo Tiguan R-Line é de R$ 299.990.

O movimento realizado pelo SUV busca resgatar o fôlego da antiga versão R-Line (220 cv e 35,7 kgfm). Portanto, como o público da Volkswagen Amarok é fiel ao desempenho, a engenharia da Volkswagen conseguiu adaptar o motor V6 à estrutura da Maxus. Embora existam estudos avançados para uma versão híbrida, o foco principal da marca é preservar a força bruta da Amarok.
Quais são as suas expectativas para a nova geração da Volkswagen Amarok? Caso já tenha uma na garagem, escreva sua experiência nos comentários.



