A Chevrolet S10 circula entre as picapes preferidas do público brasileiro. Foram 31.451 unidades licenciadas em 2025, embora tenha encerrado o ano passado atrás da Ford Ranger (34.047) e da Toyota Hilux (49.721), segundo a Fenabrave. Atualmente, oferece seis versões, incluindo carrocerias com cabine simples e dupla, além de câmbio manual ou automático, com preços que variam de R$ 282.990 a R$ 346.990.
A S10 é um nome familiar desde o lançamento em 1995. Além das tradicionais configurações de cabine simples e dupla, ela já contou com a opção de cabine estendida e a luxuosa versão Executive. A atual geração estreou em 2012, mas a linha 2025 trouxe aperfeiçoamentos mecânicos profundos para continuar no páreo diante das rivais.
Entre as novidades, o motor 2.8 Duramax agora trabalha em conjunto com o novo câmbio automático de oito marchas, substituindo o antecessor de seis. São 207 cv e 52 kgfm. Além do ganho de 7 cv e 1 kgfm, as suspensões receberam novas cargas de molas e amortecedores, bitolas mais largas e um sistema de direção revisado.

A versão High Country (a partir de R$ 346.990) mostra números superiores aos das rivais com motores de quatro cilindros. Ela supera, por exemplo, a GWM Poer P30 Exclusive (184 cv e 48,9 kgfm), a Nissan Frontier Pro-4X (190 cv e 45,9 kgfm), a Toyota Hilux SRX Plus (204 cv e 50,9 kgfm) e a nova Ram Dakota Laramie (200 cv e 45,9 kgfm).
Chevrolet S10 High Country: entre ter e manter
A etiqueta da picape Chevrolet S10 High Country não é barata. Contudo, como fica a manutenção? Antes de saber os custos, vale mencionar que ela traz de série itens como frenagem automática de emergência, sistema de permanência em faixa e alerta de tráfego cruzado traseiro, além de uma caçamba com 1.061 litros de volume e capacidade de carga de 1.044 kg.
As revisões ocorrem a cada 10.000 km ou um ano. A primeira custa R$ 704 e contempla a troca do óleo e do filtro do motor, além do anel de vedação do cárter e a lubrificação das canaletas. Na segunda visita, aos 20.000 km (R$ 1.620), além dos itens da revisão anterior, são substituídos os filtros de ar do motor e da cabine, somados à troca do fluido de freio.


Ao completar 30.000 km, a terceira revisão custa R$ 1.720. O plano segue os itens da primeira parada, mas adiciona a substituição do filtro de combustível. Já aos 40.000 km, o valor passa a ser de R$ 1.648. Nesta visita, de acordo com o fabricante, são substituídos: óleo do motor, filtro de óleo, anel de vedação do cárter, filtro de ar do motor, fluido de freio e filtro da cabine. Basicamente, o plano de manutenção segue a cartilha da primeira revisão, adicionando itens conforme a quilometragem.
E quanto custam as demais revisões?
Na quinta visita à concessionária, para realizar a revisão de 50.000 km (R$ 1.196), os itens são os mesmos da primeira. Já a de 60.000 km sai por R$ 2.176, incluindo a inspeção de 28 componentes da picape, como suportes do motor, respiro do tanque de combustível e mangueiras de óleo.
Seja da primeira à sétima revisão, a Chevrolet inspeciona desde o freio de estacionamento até partes da carroceria e do assoalho. Mas atenção: a parada de 70.000 km (R$ 4.644) contempla a substituição do lubrificante da transmissão automática e o filtro de óleo do câmbio. Passando para os 80.000 km, o custo diminui para R$ 1.904, repetindo a troca do fluido de freio.

Aos 90.000 km, a conta fica em R$ 1.720. Entretanto, a revisão de 100.000 km é a segunda mais salgada do plano e sai por R$ 4.056. Aqui, além dos itens inspecionados e da troca de óleo e filtros, são substituídas as correias de sincronização e de acessórios, além do tensionador, o que aumenta o gasto final no bolso do consumidor.
Picape com revisões de 10.000 em 10.000 km
10.000 km– R$ 704
20.000 km-R$ 1.620
30.000 km-R$ 1.720
40.000 km-R$ 1.648
50.000 km-R$ 1.196
60.000 km-R$ 2.176
70.000 km-R$ 4.644
80.000 km-R$ 1.904
90.000 km-R$ 1.720
100.000 km-R$ 4.056
Custo Total: R$ 21.388



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