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Quanto pesa no bolso?

Quanto custa manter uma Mitsubishi Triton Katana?

Saiba o custo de manter a Mitsubishi Triton Katana, com os preços de todas as revisões até 100 mil km, incluindo a mais cara

3 min de leitura

A Mitsubishi Triton Katana desembarcou no Brasil no ano passado com uma missão clara: brigar em um segmento de clientes altamente fiéis. Assim como a Ford Ranger, a japonesa elevou a régua do segmento. À venda por R$ 345.890, a caminhonete encara de frente a Chevrolet S10 High Country (R$ 346.990), a Toyota Hilux SRX Plus (R$ 357.890) e a Ford Ranger Limited (R$ 346.900).

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Sob o capô, o motor 2.4 biturbo diesel entrega 205 cv a 3.500 rpm e 47,9 kgfm, aliado ao câmbio automático de seis marchas e ao sistema de tração Super Select II, bloqueio do diferencial traseiro e sete modos de condução. Apesar disso, com 5,36 m de comprimento e 3,13 m de entre-eixos, oferece uma caçamba de 1.046 litros e capacidade de carga útil de 1.000 kg.

O plano de revisões da Mitsubishi Triton Katana

Mas qual é o custo real para manter essa caminhonete? A Mitsubishi exige paradas a cada seis meses ou 10.000 km. A primeira revisão custa R$ 1.783,71 e já inclui óleo do motor, filtros de combustível e de óleo, arruela do bujão de cárter e o Fuel Cleaner Diesel, item obrigatório para a limpeza do sistema.

Além disso, na segunda parada (20.000 km), o valor sobe para R$ 2.188,33, repetindo os itens anteriores e somando o filtro de ar. A terceira visita (30.000 km) sai por R$ 2.105,33, focando na substituição do filtro do ar-condicionado além dos itens básicos de lubrificação.

A quarta revisão (40.000 km) cobra R$ 2.581,31, exigindo a troca dos filtros de combustível, óleo e ar, além do fluido de freio e o Fuel Cleaner. Após um alívio na quinta e sétima paradas, que retornam ao piso de R$ 1.783,71, a sexta revisão (60.000 km) custa R$ 2.510,24, renovando todo o conjunto de filtros da caminhonete.

O custo volta a subir significativamente na oitava revisão (80.000 km), chegando a R$ 3.028,93. Nesta etapa, além dos filtros e fluidos de freio, a marca exige a troca do óleo dos diferenciais dianteiro e traseiro, essencial para quem usa o 4×4 a sério.

Caminhonete Mitsubishi Triton Katana azul parada de lado
Mitsubishi Triton Katana [Auto+/Rafael Pocci Déa]

Onde o calo aperta

Sobretudo, o ciclo de manutenção atinge seu pico na décima revisão (100.000 km), com um orçamento de R$ 5.139,41. É a parada mais crítica: são substituídos os filtros, o líquido de arrefecimento e, o mais importante, o óleo da transmissão automática e da caixa de transferência.

Além disso, no total, o proprietário desembolsará R$ 25.010,30 em revisões até os 100 mil km, segundo o programa de manutenções do fabricante. É o preço da robustez de uma caminhonete que, embora exija visitas semestrais à oficina, garante longevidade para encarar qualquer terreno.

Mitsubishi Triton Katana [Auto+ / Rafael Pocci Déa]

O que você acha da caminhonete Mitsubishi Triton Katana? Entre ela e as rivais diretas, qual levaria para a garagem? Escreva sua opinião nos comentários.


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5 comentários em “Quanto custa manter uma Mitsubishi Triton Katana?”

  1. Antonio Olimpio Marin

    Sou muito mais uma katana, tenho caminhonete mitsubish e só uso elas a 22 anos, desde 2004, nunca me arrependi de telas como companheira nas cidades e nos campos, pelas estradas do Brasil .

  2. Wagner

    Acho que haveram maiores mudanças com os utilitários Chineses que estão desembarcando no Brasil, com preços melhores e custo benefício e as garantias que eles vem ofertando.
    A indústria Brasileira não tem como competir com os Asiáticos, nem mesmo o Povo do Sol Nascente vão dar conta de segurar a onda Chinesa, que esses por sua vez vem melhorando e entendendo mercado e condições climáticas e o consumidor e Brasileiro e as leis vigentes, os consumidores vem buscando terem atendidas as necessidades de confiabilidade, segurança, garantia e durabilidade e qualidade e Desing.
    Se paramos e olharmos no retrovisor veremos o quanto isso já melhorou e aliados uma boa tecnologia embarcada e segurança ativa e passiva.
    Ford, Wolsvagem, Toyota e GM e Fiat e que se cuidem olhem e refaçam a reengenharia nos processos de fabricação e readequação de preços e valores em todo o seguimento.
    Os grupos Chineses estão com um um intuito de ainda investirem Bilhões de Dólares aqui no país dos Tupiniquins! E uma maior fatia do Marketing e market share.
    Não quero eu aqui subjulgar a Mistubish e nem as demais, com isso essas empresas perderão ainda mais fatia de mercado e novos consumidores e a manutenção dos clientes que possui na agenda.
    Infelizmente a indústria brasileira e a sociedade e governo tem muito a perder criando problemas em toda a cadeia logística de produção até mesmo sociais, boa parte do dinheiro destas multinacionais retornam para os seus pais de origem , seus carros são importados com nacionalizados, só a montagem muitas vezes é feita aqui em nosso país.

  3. Vander Patines Acosta

    Uma excelente camionete

  4. Tarcidio

    Prefiro a mitsubishi

  5. Adeildo Simões Rodrigues

    Excelente reportagens tira muitas dúvidas

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Rafael Dea

Cursou Jornalismo para trabalhar com carros. Formado em 2005, atuou na mídia impressa por mais de 16 anos e também em veículos on-line. Embora tenha uma paixão por caminhonetes, não dispensa um esportivo — inclusive, foi o único brasileiro a participar do lançamento global do Porsche Panamera GTS.

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