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Novo Honda Fit está mais perto do Brasil; relembre sua história

Lançado há quase duas décadas, modelo terá quarta geração no país a partir do próximo ano
Honda Fit 2020 (divulgação)

Nessa semana, a Honda registrou as patentes do novo Fit no Brasil. O modelo de quarta geração está previsto para aterrissar por aqui no começo do ano que vem, mas a estratégia da marca ainda é desconhecida.

O fato é que o modelo em questão trata-se da versão Crossway e, como o inédito City hatch também foi registrado na ocasião, cabe pensar que os planos da marca seriam: subir o Fit de patamar e, enquanto isso, brigar de igual para igual com Fiat Argo, VW Polo e companhia pelo segmento de hatches – com o City hatch.

No sentido horário (começando à esq.), registro com Fit, City hatch e City (reprodução)

Mas, enquanto não desvendamos esse mistério, você é capaz de se lembrar da cronologia do Fit? Não?! Então, nós te contamos.

História
O Fit é o segundo automóvel fabricado pela Honda no Brasil – o primeiro foi o sedã Civic. Lá em 2003, quando foi lançado, o carro tinha proposta meio indefinida e um jeitão esquisito que passeava entre minivan e hatchback. Cada um chamava de um jeito. Porém, caiu as graças do brasileiro e, hoje, já vendeu milhares de unidades por aqui.

Honda Fit (divulgação)

Além de ter boa mecânica e visual melhorado ao longo do tempo, o Fit trouxe inovações ao mercado como a pioneira transmissão CVT (continuamente variável) e, claro, a versatilidade interior graças ao sistema de bancos ULT (Utility Long Tall) com dez configurações diferentes, que o transforma numa espécie de furgão de carga.

Outro chamariz do Fit sempre foi a lista completa de série. Desde a primeira geração, o modelo jamais foi ofertado sem equipamentos como o então chamado trio elétrico (vidros, travas e retrovisores) e ar-condicionado. À época, o Honda vinha com motor 1.4 de 80 cv movido a gasolina.

Nova geração
A linha 2007 teve um leve redesenho e a motorização bicombustível (1.4) e, no ano seguinte, renovação total, com a nova geração. A mudança do carro o deixou ainda melhor e aumentou seu sucesso de vendas. Nessa época, a Honda optou por substituir o câmbio CVT pelo automático convencional. A dirigibilidade permaneceu excelente.

Honda Fit (divulgação)

Com o passar dos anos, novas versões, modelos mais baratos e pequenos retoques visuais mantiveram o Fit vivo no mercado. Até que, em 2013, a marca japonesa quis algo a mais e lançou a versão aventureira Twist, de comercialização exclusiva no país.

E foi em 2014, já como modelo 2015, que o brasileiro conheceu a terceira geração do Fit, que trouxe de volta a caixa CVT, atrelada ao motor 1.5.

Honda Fit (divulgação)

Embora a Honda jure que não, o WR-V (2017) é totalmente baseado no Fit e se tornou a opção pseudoaventureira do modelo. Mas, quem não liga para esse estilo ‘off-road de butique’, pode contar com o velho e bom Fit, que segue firme e forte, disponibilizando ao interessado cinco diferentes versões de acabamento e preços a partir de R$ 86,5 mil.

Resta saber o que a próxima geração tem a oferecer. Acredita-se que um motor 1.0 turbo com pouco mais de 120 cv estreie no novato. Configuração híbrida também pode ser uma opção. Será?

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Vagner Aquino

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