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Mudou tudo

5 montadoras que tiveram mudanças importantes em suas trajetórias

Mudar é importante e essas montadoras sabem bem disso. Vamos conhecer quais medidas elas tomaram e que alteraram seus rumos

5 min de leitura

Acompanhar o público e o mercado não é uma tarefa fácil para as empresas. Elas precisam fazer adaptações rapidamente para assim manterem sua relevância perante a sociedade. E com as montadoras não seria diferente. As marcas de carros tiveram de fazer muitas modificações ao longo da história.

Vamos te contar nessa lista quais montadoras passaram por importantes mudanças com o decorrer do tempo. Em muitos casos, as medidas tomadas levaram elas ao lugar de prestígio que as marcas ocupam atualmente na indústria automotiva brasileira atual.

MG

MG S5 no Salão do Automóvel
MG S5 [Auto+/João Brigato]

A primeira vez que a MG veio ao Brasil foi em meados da década de 2010. Ela chegou em um momento bastante badalado do mercado, já que a JAC e a Chery também estavam estreando. Na época, ela trouxe os modelos 6 e 550. Ambos se apoiavam em visual bem diferente e no motor turbo para atraírem olhares. Todavia, a estratégia não deu certo e a marca se despediu pouco tempo depois.

Mas, de olho na democratização da eletrificação, a MG retornou ao Brasil. Agora, ela se fortaleceu após passar a ser cuidada pela SAIC e trouxe um portfólio inédito. Hoje, todos os MG oferecidos no Brasil são elétricos. Ela vende o roadster Cyberster, o SUV S5 e o hatch médio 4. E cabe a versão Comfort do hatch 4 ser o modelo mais barato da linha, partindo de R$ 169.600.

Ford

Ford Territory 2026 verde visto do alto
Ford Territory 2026 [Auto + / João Brigato]

Outra das montadoras que tiveram mudanças bem notórias foi a Ford. Querida no Brasil, ela deixou de produzir carros em sua antiga fábrica em Camaçari, Bahia, em 2021. Na época, ela fabricava por aqui os compactos Ka, Ka Sedan e o SUV compacto EcoSport. Segundo a fabricante, essa decisão foi pensada em prol do lucro, pois seus executivos enxergavam mais dinheiro trazendo carros importados do que fabricando por aqui.

Desde então, as concessionárias Ford estão repletas de modelos produzidos lá fora. Além disso, ela passou a atuar em uma fatia mais sofisticada do mercado, já que seu carro mais acessível atualmente é o SUV médio Territory. Ele parte de R$ 219.900. Outros destaques são as caminhonetes Maverick, Ranger e F-150. O muscle car Mustang e o SUV 4×4 Bronco Sport também se destacam nas revendedoras brasileiras.

BYD

BYD Dolphin Mini GS 2026 azul estático
BYD Dolphin Mini 2026 [Auto+/Luiz Forelli]

Há muitos anos atrás, a BYD não era uma marca tão focada em eletrificação. Tanto é que seus modelos que lembram carros como Ford EcoSport e Toyota Corolla não eram elétricos de fato. Mas, tudo mudou nos últimos tempos. Preocupada com o meio ambiente e focada em tecnologia, a marca chinesa resolveu mudar drasticamente e hoje seu portfólio é 100% eletrificado, tanto lá fora quanto por aqui.

Ela até oferece veículos com motor a combustão, mas eles possuem um nível equivalente de eletrificação. Desse modo, poluem menos o ambiente. Em sua gama, as atenções se voltam para os elétricos Dolphin Mini e Dolphin. Há também os híbridos plug-in King e Song Pro. Outros carros chamativos são o sedan elétrico Seal e a caminhonete PHEV Shark. O Dolphin Mini é o mais barato deles e parte de R$ 119.990.

Ram

Ram Dakota Laramie [Auto+ / Rafael Pocci Dea]
Ram Dakota Laramie [Auto+ / Rafael Pocci Dea]

A fim de ampliar sua participação no mercado brasileiro, a Ram foi uma das montadoras que tiveram mudanças importantes em suas trajetórias. Até pouco tempo atrás, ela tinha a caminhonete grande 1500 como seu modelo mais acessível. Porém, tudo mudou com a vinda da Rampage. Ela é a primeira caminhonete da marca a ser produzida fora dos Estados Unidos.

Seu projeto teve bastante influência brasileira e ela é fabricada em Goiana, Pernambuco. Com seu lançamento em 2023, a Ram ganhou mais notoriedade. Hoje, a Rampage Big Horn é seu modelo mais acessível, pois o preço inicial é de R$ 228.990. Recentemente, a picape Dakota chegou ao mercado em duas versões e quer ofuscar a Toyota Hilux no disputado segmento de caminhonetes médias.

Peugeot

Peugeot 208 2026 azul visto de frente e com iluminação acesa
Peugeot 208 2026 [Divulgação]

Por fim, a última das montadoras com uma importante mudança em sua trajetória foi a Peugeot. O que acontece é que ela foi prima da Citroën por muitos anos, até ser comprada e passar a ser comandada pelo conglomerado Stellantis. Desde então, a Peugeot parou de fabricar seus modelos no Brasil. Ou seja, ela seguiu os passos da Ford, só que sua estratégia é um pouco diferente.

Embora seu foco seja ter modelos mais requintados, eles estão entre os mais acessíveis de sua categoria. O 208, por exemplo, além de ter preço inicial nos arredores de R$ 100 mil, é um dos hatches compactos mais econômicos do Brasil. O 2008 tem visual imponente e até motor semi-híbrido flex de 130 cv. O 208 Style é o mais barato da marca e custa R$ 105.990, mas pode ser achado por cerca de R$ 92 mil no site da marca.

Qual dessas montadoras você acha que sofreu a maior mudança de todas? Conte nos comentários


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Felipe Yamauchi

Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.

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