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Potência não é o forte delas

Essas são as caminhonetes mais fracas à venda no Brasil hoje

Essas cinco caminhonetes são as mais fracas à venda hoje no Brasil. Em contrapartida, elas trazem vários itens e preços acessíveis

5 min de leitura

Potência é um item que pode ser importante para quem busca um carro no mercado. Afinal de contas, ela envolve desempenho tanto na cidade quanto na estrada e ainda influencia no consumo de combustível. De olho nisso, o Auto+ separou quais são as caminhonetes mais fracas à venda hoje no Brasil. As indicadas trocam alta potência por vontade de trabalhar, diversos itens e preços acessíveis.

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Fiat Strada 1.3 aspirado – 107 cv

Fiat Strada Volcano CVT [Auto+ / João Brigato]
Fiat Strada Volcano CVT [Auto+ / João Brigato]

As versões mais acessíveis da Strada abrem a porteira. Elas contam com o motor 1.3 aspirado Firefly flex de 107 cv e 13,7 kgfm de torque. Este propulsor trabalha em parceria com câmbio manual de cinco marchas ou automático do tipo CVT de sete marchas simuladas. A Strada 1.3 pode ter cabine plus ou dupla e seus preços ficam entre R$ 113.490 e R$ 138.990.

Caso você precise de mais potência, opte pelas configurações mais caras da caminhonete compacta. Neste caso, ela adota o motor 1.0 turbo flex T200 de 130 cv e 20,4 kgfm. Aqui, o câmbio é sempre automático e a cabine é dupla. Os preços são de R$ 150.490 e a caçamba acomoda 844 litros ou 650 kg de carga e a capacidade de reboque sem freio é de 400 kg.

Renault Oroch 1.6 aspirado – 112 cv

Renault Oroch Iconic cinza rato
Renault Oroch Iconic 1.6 [Auto+ / João Brigato]

Apenas cinco cavalos separam as duas primeiras caminhonetes mais fracas à venda hoje no Brasil. A Oroch já tem 10 anos de trajetória e usa sua robustez como arma para atrair a clientela. A picape prima do Duster tem motor 1.6 aspirado flex de 112 cv e 15,6 kgfm de torque. Além disso, seu câmbio é sempre manual de seis marchas. Assim como a Strada, a Oroch só conhece tração dianteira.

Hoje, ela é vendida em três opções e seus preços ficam entre R$ 126.690 e R$ 140.790. A Oroch sai de fábrica com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, limitador e controlador de velocidade. Todavia, a Renault vai lançar em breve a Niágara, que será levemente maior e vai ocupar o posto da Oroch na briga com a Fiat Toro.

Volkswagen Saveiro 1.6 aspirado – 116 cv

VW Saveiro Robust [Auto+/Leo Alves]
VW Saveiro Robust [Auto+/Leo Alves]

E fechando o pódio temos outra veterana do segmento de picapes acessíveis. A Saveiro tem mais de 40 anos de estrada e é o único carro da Volkswagen a ter hoje o motor 1.6 aspirado flex. Ele entrega 116 cv e 16,1 kgfm. Seguindo os passos das caminhonetes anteriores, a Saveiro só conhece o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira.

Ela tem versões cabine simples ou dupla. Em relação aos preços, as Saveiro 0km custam entre R$ 112.690 e R$ 134.190. Ela conta com dois airbags, direção hidráulica, ar-condicionado e sensor de estacionamento traseiro desde sua opção mais barata. A Saveiro sairá de cena logo mais, pois a Volkswagen está preparando terreno para a Tukan, sua nova picape intermediária e que deverá ter opção de cabine simples.

Chevrolet Montana 1.2 turbo – 141 cv

Chevrolet Montana RS vista do alto
Chevrolet Montana RS [Auto+ / Rafael Pocci Déa]

A Montana é outra das caminhonetes mais fracas à venda hoje no Brasil. A rival da Fiat Toro e da Renault Oroch traz sempre o propulsor 1.2 turbo flex sob o capô. Ele entrega 141 cv e 22,9 kgfm. A transmissão pode ser manual ou automática com seis marchas cada. Sua tração é sempre dianteira. E seguindo a estratégia da Oroch, a Montana só tem cabine dupla.

Sua caçamba acomoda 874 litros e até 637 kg de carga, dependendo da versão. Suas versões partem de R$ 131.490 e vão até R$ 167.990. Ela sai de fábrica com seis airbags, central multimídia MyLink de oito polegadas, iluminação na caçamba e retrovisores com regulagem elétrica. Um destaque seu é a versão RS, com visual exclusivo e pegada esportivada.

Foton Tunland V7 e V9 2.0 turbo MHEV- 175 cv

Foton Tunland V7 [Auto+ / João Brigato]
Foton Tunland V7 [Auto+ / João Brigato]

Surpreendentemente, a lista de caminhonetes mais fracas à venda hoje no país finaliza com um modelo de porte médio. A Tunland fica um pouco esquecida no meio de tantas rivais, mas se destaca por ser uma das primeiras picapes eletrificadas do Brasil. Tanto a V7 quanto a V9 usam o motor 2.0 turbo diesel de 175 cv com um pequeno sistema elétrico de 48V. Este último foca em reduzir o consumo e o nível de poluentes.

Sua transmissão é automática de oito marchas e diferentemente das demais indicadas a tração é 4×4. Ou seja, ela é a mais voltada ao trabalho pesado e aventuras off-road das indicadas. A V7 tem visual mais parrudo, enquanto a V9 tem pegada mais urbana. Central multimídia de 14,6″, alerta de colisão frontal, sensor de fadiga e de ponto cego são de série. Os preços são de R$ 289.900 e R$ 309.900.

Você teria alguma dessas caminhonetes? Potência é um item indispensável na sua opinião? Conte nos comentários


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8 comentários em “Essas são as caminhonetes mais fracas à venda no Brasil hoje”

  1. Alysson

    Sério? Onde isso é caminhonete? Strada, Montana, fala sério. Coloca uma ram na casa da matéria só pra pegar views, ridículo.

  2. Gustavo

    Surpreende ver a strada como picape menos vendida
    Quais critérios foram feitos para esta pesquisa!?

  3. Sidarta

    Só uma correção, o câmbio Oroch 1.6 é de 5 marchas, e faltou falar da versão 1.3 turbo com câmbio CVT.

  4. Valfrido

    Caminhonetes “mais fracas” deve ser porque tem algum defeito na estrutura, se quebram ao meio quando carregadas ou se desmontam quando passam em pistas esburacadas. Nunca vi um termo tão mal usado por um jornalista.

  5. Matheus

    Matéria inútil se não tem relação 0-100 ou kg/cv.

  6. Luis Zollner

    Muito ruim a reportagem. Chamar o motor turbo 1.2 da montana de “fraco” só pode vir de um reporter nutella que não tem carta de motorista.
    Todas essa pickups de pequeno porte possuem motorização adequada a sua categoria, elas não são drags de arrancada. Péssimo, não deveriam permitir mulehres nem nutellas escreverem sobre carros

  7. Luis

    Olha o CV do “jornalista”. Realmente é um “curioso” do assunto, não entende nada de carros. “Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.”

  8. Marcos Andrade

    Montana apresenta um bom conjunto mecânico, motor e câmbio, com um desempenho bom. Espaço interno adequado para o que se propõe.
    Segmento um pouco superior as demais camionetes de menor porte.

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Felipe Yamauchi

Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.

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