A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira (7) um pacote de informações sobre o futuro da marca no Brasil. Uma das confirmações começou sobre o Volkswagen Tera, onde a marca confirmou que 70% das vendas do SUV estão concentradas nas versões Comfort e High.
Além disso, a montadora detalhou o novo ciclo de investimentos e confirmou que a plataforma MQB Evo, uma das mais modernas do grupo, será usada em novas gerações de veículos produzidos no país para justamente abrir caminho para a eletrificação nacional da marca.
A Volkswagen está investindo R$ 20 bilhões na América do Sul e R$ 16 bilhões só no Brasil até 2028, que serão aplicados no lançamento de 21 novos produtos e em projetos de engenharia, que receberão R$ 7 bilhões desse total.

O plano faz parte da estratégia global da marca, que quer fortalecer a produção local, além de modernizar as fábricas brasileiras, uma delas de São Carlos (SP), que será responsável por nacionalizar o novo motor 1.5 TSI semi-híbrido a partir de 2031
Plataforma MQB Evo será a base das nova geração de SUVs
A grande novidade é a chegada da plataforma MQB Evo ao Brasil. Trata-se de uma evolução direta da arquitetura MQB tradicional, usada hoje em diversos carros da Volkswagen, e que já serve de base para modelos europeus como o T-Roc.

Essa nova plataforma é altamente modular e permite a adoção de sistemas híbridos de todos os tipos, como o semi-híbrido, nesse caso da Volkswagen, de 48 volts, híbrido pleno e até plug-in (PHEV). No Brasil, a MQB Evo vai originar a chamada MQB Hybrid, uma adaptação desenvolvida pela engenharia nacional para suportar o híbrido flex.
Os primeiros modelos baseados nessa estrutura serão a nova geração do T-Cross e do Nivus, previstos para 2027 e 2028. Ambos devem crescer em tamanho e se aproximar do porte do T-Roc europeu, que tem 4,37 metros de comprimento, contra 4,21 m do T-Cross e 4,26 m do Nivus atuais.
Novos motores híbridos

Com a nova arquitetura, a Volkswagen vai introduzir no Brasil o motor 1.5 TSI EVO 2, que será usado em diferentes configurações híbridas.
O conjunto semi-híbrido de 48 volts deve manter 150 cv e 25,5 kgfm de torque, enquanto a versão híbrida plena pode atingir até 170 cv e 31,6 kgfm. Inicialmente, esse motor será importado do México, mas a produção local está confirmada para a planta de São Carlos na próxima década, conforme apuração do Autoesporte.

A atual geração do T-Cross, no entanto, não sairá de linha de imediato. Ela vai conviver com o novo modelo, recebendo um facelift para continuar em linha com base na plataforma MQB A0, essa que equipa o carro hoje. Essa estratégia será semelhante ao que a Nissan faz com o Kicks, mantendo o modelo antigo como opção de entrada.
A nova plataforma trará consigo o pacote completo de tecnologias da Volkswagen, com objetivo em segurança ativa e condução semiautônoma.

Entre os recursos listados pela marca estão, terá o Travel Assist 2.0, sistema que controla velocidade, distância e direção, o Smart Parking Assist, assistente de estacionamento automatizado com câmeras e sensores ultrassônicos e o Front Assist e radar de curto alcance, que leem o tráfego e ajustam o carro em tempo real.
Você acha que o T-Cross e o Nivus híbridos vão conseguir manter o sucesso da Volkswagen? Deixe seu comentário!




Meu TCross com quatro meses de uso parou de marcar o combustível, a primeira vez ficou vinte dias na concessionária, falaram que resolveram o problema, retirei o carro, no dia seguinte os mesmo problemas. Hoje já faz duas semanas que retornou para concessionária e ainda não resolveram o problema.
Nesse caso acredito eu que seja incompetência da concessionária. O problema é simples de resolver. Trata-se da boia de combustível que fica associada a bomba de combustível do veiculo. Sei disso pois tenho um polo HL. E é um problema cronico na plataforma MQB. Eu mesmo fiz a substituição em casa. A peca foi adquirida no mercado livre.
Espero te ajudado.
Acho que sim, tenho um m Tcross 22/22 e quero um híbrido mas que venha com consumo acima do 15/km na estrada ou cidade… aguardo e veremos se vale ou não…abc
Meu Highline 21, fazia 16km/l na estrada.
Agora tenho um 25, faz a mesma coisa, híbrido com bateria de celular igual ao Pulse, só para desavisados