Os nomes ajudam o público a identificar as pessoas e os produtos com certa facilidade. Pensando nisso, as montadoras indicadas nessa lista pegaram nomes fortes que elas já usaram antes para batizar carros novos. O intuito delas é aproximar os novatos de modelos icônicos e assim as buscas por eles ser alta desde o início das vendas.
Chevrolet Blazer

O primeiro lugar tinha que ir para o SUV da Chevrolet. A primeira vez que os brasileiros viram um Blazer de perto foi em 1995. Quadrado e derivado da caminhonete S10, o Blazer chamou atenção pela robustez e por estar pronto para qualquer aventura. Afinal de contas, ele foi um dos carros usados pela polícia brasileira por muitos anos. Em meados de 2011, ele foi descontinuado.
Mais ou menos neste período chegou o Trailblazer. Maior e mais refinado, ele veio para tentar destronar o Toyota SW4. E recentemente, a Chevrolet ressuscitou o nome Blazer, mas para batizar seu maior modelo elétrico. O Blazer de hoje tem visual esportivo, 347 cv e a autonomia é de 481 km. Nas concessionárias, a versão RS pode ser achada por mais de R$ 500 mil.
Ram Dakota

A Dakota é outra dos carros com nomes fortes para tentar abalar o mercado, neste caso o de caminhonetes médias. Aliás, ela tem uma trajetória curiosa. A primeira Dakota era uma picape encorpada da Dodge e que teve sua produção brasileira entre o fim da década de 1990 e começo dos anos 2000. O principal chamariz era o propulsor V6.
Ainda que tivesse vários predicados, ela não teve o sucesso esperado e foi descontinuada com o tempo. Já hoje, a situação é outra. A Ram pegou emprestado o projeto da Fiat Titano, promoveu mudanças e agora tem a Dakota em sua gama. Ela está acima da Rampage e quer briga com a Ford Ranger e Toyota Hilux. Tem tração 4×4, motor turbo diesel de 200 cv e preços entre R$ 299.990 e R$ 322.990.
Jeep Cherokee

E fechando o pódio temos o Cherokee. Não tem como falar em SUVs e em Jeep se não pensar no parrudo Cherokee. Seu projeto foi apresentado ao mundo em meados da década de 1970 e chegou ao Brasil durante os anos 1990, e ainda ostentava o nome de Grand Cherokee. Robusto, ele se destacava pela vontade de se aventurar e pelo refinamento.
Todavia, não foi um estouro de vendas por aqui, principalmente pelo alto consumo de combustível. Lá fora, o Cherokee se despediu do mercado em 2023, mas foi ressuscitado recentemente. Ele segue com desenho quadrado, só que aderiu a eletrificação e tem versão híbrida com mais de 200 cv. O novo Cherokee até tem chances de voltar ao Brasil, porém isso só deve acontecer mais para frente.
Ford Maverick

A Maverick tem uma trajetória bem curiosa. Ela é um dos carros que usam de nomes fortes para tentar deslanchar no mercado e a nomenclatura era o batismo de um esportivo. O primeiro Maverick foi apresentado aos brasileiros na década de 1970 e impressionava pelo desempenho aprimorado e por ter motor V8, algo fora do comum para a época.
Ele viveu bem até 1979, quando se despediu e foi descansar. Já em meados de 2022, a Ford ressuscitou o imponente nome para batizar sua caminhonete intermediária. Atualmente, a Maverick está entre os veículos mais baratos que a marca vende no Brasil, partindo de R$ 219 mil. Ela tem diversas versões e um destaque é a híbrida convencional. Seu sistema elétrico não precisa de recarga externa e tem 194 cv.
Honda WR-V

Por fim, o último dos carros que usa de nomes fortes para te atrair no cenário automotivo atual é o WR-V. A primeira vez que a Honda mostrou esse modelo foi em 2017. Ele era como um Fit aventureiro. Entretanto, o visual estava mais para exótico do que inspirador. A primeira geração do WR-V viveu até 2021 sem intercorrências, mas também não foi um estouro de vendas.
E tudo mudou em 2025. Agora, o novo WR-V não é mais derivado do Fit e tem desenho mais quadrado e ar parrudo. Ele quer brigar com Jeep Renegade, Hyundai Creta e outros modelos. O novato se apoia no motor 1.5 aspirado de 126 cv, amplo espaço interno e garantia de seis anos para atrair olhares. Vendido em duas versões, o WR-V 2026 custa entre R$ 147 mil e R$ 152 mil.
Você acha esses nomes bem fortes no mercado? Lembra de outro caso? Conte nos comentários
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