O novo Honda WR-V chegou no final do ano passado oferecendo uma mudança radical: do seu antecessor, restou apenas o nome. Um projeto inteiramente novo, das rodas ao teto, que estreou para ocupar um lugar estratégico, posicionando-se ao lado dos modelos HR-V, ZR-V e CR-V.
Trata-se de um SUV que junta versatilidade às conhecidas qualidades da Honda. A aposta da marca é oferecer uma opção ao consumidor brasileiro capaz de transmitir confiabilidade mecânica à tradicional liquidez de mercado. Para isso, ele rompe com o passado em uma nova embalagem, com linhas mais quadradas e bem resolvidas.
Produzido na moderna fábrica de Itirapina (SP), com motor fabricado na unidade de Sumaré, (SP), ambas unidades são abastecidas com a energia elétrica limpa produzida pelo parque eólico Honda Energy em Xangri-Lá (RS). Aliás, no início deste ano, a Honda comemorou 2,5 milhões de veículos produzidos no Brasil.


“Alcançar a marca de 2,5 milhões de veículos produzidos no Brasil é motivo de grande orgulho para todos nós. Esse resultado reflete a confiança dos nossos clientes e o empenho e dedicação dos nossos colaboradores ao longo de quase três décadas de produção nacional”, comenta Maurício Imoto, Head de Produção e Logística da Honda Automóveis.
O conteúdo das versões do Honda WR-V
Independentemente da versão escolhida: EX (R$ 147.100) ou EXL (R$ 152.100), a personalidade da carroceria desenhada com linhas retas é reforçada pelas medidas. O WR-V transmite 4,32 m de comprimento, 1,65 m de altura, 1,79 m de largura e 2,65 m de entre-eixos. Já o porta-malas oferece 458 litros com os bancos traseiros na posição normal.
O time de design do Honda adotou um capô plano e alongado, que confere robustez ao SUV. O conjunto óptico frontal é totalmente em LED, desde o DRL até os faróis alto e baixo, além das luzes de posição e de freio. Na lateral, o WR-V mostra uma linha de cintura elevada, enquanto na traseira estão interligadas as lanternas contínuas e bipartidas.

Um visual complementado pelas rodas de liga leve de 17 polegadas, calçadas por pneus 215/55 R17 em ambas as versões. Para evitar as incômodas raspadas em valetas, saídas de estacionamento ou rampas, o WR-V possui ângulo de entrada de 17,42º, de saída (27,18º) e altura livre do solo de 223 mm, assegurando tranquilidade ao condutor.
O interior do Honda WR-V
Internamente, as dimensões da carroceria asseguram um ambiente espaçoso para até cinco ocupantes. Quem viaja no banco traseiro encontra espaço para as pernas e joelhos graças aos 2,65 m de entre-eixos. A ambientação interna mira na funcionalidade, com linhas majoritariamente retas e comandos à mão. Além disso, a ergonomia é beneficiada pela coluna de direção com ajuste de altura e profundidade.
Os materiais mostram boa qualidade e encaixes bem-feitos. Da mesma forma, os bancos com estabilização corporal transmitem conforto e não cansam após longos períodos ao volante. A cabine traz áreas macias ao toque e o Honda WR-V não esquece das telas, item valorizado por grande parcela dos consumidores brasileiros.



O quadro de instrumentos TFT é de sete polegadas e o multimídia de dez polegadas com conectividade Android Auto/Apple CarPlay sem fio. O porta-malas de 458 litros pode ser expandido para 1.466 litros após o rebatimento dos encostos traseiros, ampliando a possibilidade de transportar objetos volumosos.
Entre os itens de conforto e de conveniência da configuração EXL, o pacote contempla carregador de smartphone por indução, ar-condicionado automático com saídas dedicadas aos passageiros traseiros, partida remota e por botão, volante multifuncional, bancos revestidos em couro e entradas USB, para citar.



Sob o capô
Em ambas as versões (EX e EXL), o Honda WR-V esconde sob o capô o propulsor de quatro cilindros 1.5 16V DOHC i-VTEC (sigla para Intelligent Variable Valve Timing and Lift Electronic Control) naturalmente aspirado em trabalho conjunto ao câmbio continuamente variável (CVT) de sete marchas simuladas e produz 126 cv a 6.200 rpm (etanol/gasolina) e 15,8 kgf.m a 4.600 rpm (etanol) e 15,5 kgf.m a 4.600 rpm (gasolina).
É possível fazer trocas sequenciais das sete marchas pelas borboletas atrás do volante. Já o sistema EDDB (Early Down-Shift During Braking), assume uma relação que aplica maior incidência de freio-motor em descidas, por exemplo, aumentando a segurança e o controle.


A dinâmica e o contato com o solo do Honda WR-V são assegurados pelas suspensões, que adotam uma arquitetura McPherson no eixo frontal e eixo de torção na traseira. A direção é assistida eletricamente e a boa rigidez estrutural associada à calibração do conjunto possibilita atacar as curvas com vontade e ainda com baixa rolagem de carroceria.
Mesmo ao abusar do pedal do acelerador e em rotações mais altas é bom o controle de ruídos e de asperezas vindos do exterior devido a aplicação de materias fonoabsorventes e antivibração. Uma característica do Honda WR-V está no diâmetro de giro de 10,5 m, que ajuda nas manobras em locais apertados ou vagas de shopping e de prédios.

Falando do consumo, de acordo com os dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o Honda WR-V tem consumo urbano/rodoviário de 8,2/8,9 km/l (com etanol) e, respectivamente, de 12,0 e 12,8 km/l (com gasolina).
Tecnologia
Seguindo o foco em segurança ativa e passiva da Honda, o WR-V oferece de série o Honda Sensing. Um pacote de anjos da guarda em prol da vida. O sistema utiliza uma câmera de longo alcance e visão grande angular instalada no topo do para-brisa para monitorar o ambiente à frente.
Com essa tecnologia, cuja atuação é progressiva, sem causar sustos ao motorista, o Honda WR-V oferece recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, a frenagem para mitigação de colisão e o assistente de permanência em faixa, garantindo uma condução mais segura e previsível em diferentes condições de estrada.
Além do pacote Sensing, o WR-V ainda inclui um pacote de segurança, que compreende seis airbags (frontais, laterais e de cortina), assistentes de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, câmera de ré multivisão, sensores de estacionamento, sistema Isofix para fixação de assentos infantis e o acionamento de luzes de emergência em frenagens severas (ESS). O Honda WR-V inaugurou um novo período de garantia da Honda, com 6 anos de Garantia Total, sem limite de quilômetragem. Trata-se do maior prazo de Garantia Total do segmento.
Confira os itens de série do Honda WR-V
Honda WR-V EX: faróis Full LED, botão de partida (Start/Stop Engine), rodas de liga leve aro 17”, ar-condicionado digital com ajuste automático de temperatura na dianteira e dupla saída na traseira, espelhos retrovisores rebatíveis eletricamente, Smart Entry (entrada/partida sem chave), central multimídia de 10” touchscreen com Android Auto e Apple CarPlay sem-fio, painel digital TFT de alta resolução de 7”, banco traseiro bipartido 60/40, seis airbags, Honda SENSING, antena tipo tubarão, câmera de ré multivisão, sensores de estacionamento traseiros.
HONDA WR-V EXL: equipamentos acima mais: barras longitudinais no teto, faróis de neblina em LED, bancos e volante revestidos em couro, carregador por indução, apoio de braço central com porta-copos no banco traseiro.


Cores
As cores disponíveis para o Honda WR-V são: Branco Tafetá (sólida), Prata Platinum, Azul Cósmico e Cinza Basalto (metálicas), Branco Topázio, Preto Cristal e Azul Aurora (perolizadas).
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Se a inteção é essa do título, não tá funcionando não heim!!! Vamos rever a política aí que está atrás até dos Fiat.
Pagar 150 mil num carro 1.5 aspirado, acabamento e desempenho sofrível. Ou pagar esse valor em um híbrido com mais de 200cv…
Por isso os chineses vão dominar fácil o mercado!
Não é a toa que a Honda acumulou um prejuízo recorde no último ano, que fez inclusive os diretores terem seus salários reduzidos! Entendo que qualidade importa, mas preço também é muito importante, e a Honda tem errado a mão nisso há um bom tempo, pricipalmente aqui no Brasil!
Freio de mão manual, freio a tambor na traseira, sem o magic seat, motor fraco e acabamento sofrível por 160 mil reais.
Os chineses mandam lembrança.