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Renault Kwid elétrico fica mais refinado e ganha 331 km de autonomia

Enquanto o Renault Kwid E-Tech brasileiro tem acabamento mais simples e menos autonomia, novo Nano BOX sobe o nível do modelo
Dondgeng Nano BOX [divulgação]
Dongfeng Nano BOX [divulgação]

O Renault Kwid elétrico parece um verdadeiro multiplicador de carros. Pois junto dos Renault Kwid E-Tech e City K-ZE, Dacia Spring e Dongfeng EX1, o modelo agora deu origem a um quinto carro: o Dongfeng Nano BOX. Nitidamente mais sofisticado que o modelo vendido no Brasil, ele tem mais autonomia e interior totalmente reformulado.

Lá na China, toda montadora internacional precisava, até pouco tempo atrás, de uma parceira local. A da Renault é a Dongfeng, que é a responsável pela fabricação do Kwid elétrico e todas as suas variantes. Por isso, ela tira uma casquinha do pequenino da Renault e já tem sua segunda variante, além do EX1 que é bem parecido com o modelo original.

O Nano BOX foi pensado para atuar acima de City K-ZE e EX1, oferecendo um pouco mais de sofisticação até que os internacionais Renault Kwid E-Tech e Dacia Spring.  Esse toque a mais vem de dentro, onde ele oferece acabamento melhor e algumas soluções interessantes de design.

Dondfeng Nano BOX [divulgação]
Dongfeng Nano BOX [divulgação]

Toque a mais?

O estilo em geral parece bastante com o do JAC E-JS1, com tela pequena funcionando como painel de instrumentos visualmente empurrando a linha horizontal do painel. A central multimídia é flutuante e bem maior que a do Kwid, com direito a saídas de ar logo abaixo. O volante, porém, é o mesmo do modelo flex, assim como as saídas de ar.

A cabine combina elementos em preto, azul claro e escuro, além de branco. Mas o destaque vai para o console central bem alto, com uma prateleira para a manopla de câmbio rotativa. Apesar de toda cara tecnológica e refinada, o ar-condicionado é analógico com os mesmos comandos do Renault.

Dongfeng Nano BOX [divulgação]
Dongfeng Nano BOX [divulgação]
Por fora ele tem faróis iguais aos do Kwid brasileiro: divididos em duas partes, sendo a superior com filete de LED diurno. Ele se integra visualmente com uma falsa abertura de ar retangular. Já as luzes principais ficam envoltas a um plástico em cor contrastante, também usada em retrovisores e rack de teto.

Segundo a Dongfeng, o Nano Box será vendido entre 66 mil e 72 mil yuan com autonomia elétrica de 331 km. O preço convertido fica em algo entre R$ 47.338 e R$ 51.642. Vale lembrar que o Renault Kwid E-Tech vendido no Brasil tem 265 km de autonomia e custa R$ 142.990 e é o elétrico mais barato do país. O Dongfeng, por outro lado, está longe desse título na China.

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João Brigato

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