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Avaliação

13.10.2009

Avaliação com o bom e velho Classic

da Redação

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O Classic, que chegou ao mercado brasileiro em 1995 como o Chevrolet Corsa Sedan, é um velho conhecido sim, e pode ser facilmente rotulado como um campeão de vendas, aliás, um rótulo que todo modelo sonha receber. E olha que não falamos de um carro que conquiste pelo seu visual, que a gente sabe, é uma das primeiras coisas que nos chama a atenção num automóvel.

É, o visual não é mais o forte desse carrinho, que até já recebeu atualizações na carroceria e também na parte de dentro. Aqui, o apelo é outro, ou seja, a relação custo-benefício. E nisso, a gente tem que concordar, ele ainda manda bem, tanto que segue como um dos mais vendidos no mercado brasileiro.

Sim, porque ele só fica atrás de Gol, Palio e Mille, outros ícones de vendas no Brasil, isso independente do fato de ter sido mais ou menos renovado. Na prática, além das pequenas mudanças visuais e de acabamento, o Classic agrada por seguir oferecendo a robustez e confiança que o comprador desse tipo de carro procura, além, é claro, de não deixar de suprir as expectativas mais básicas.
 


Por dentro, o espaço é justo e garante conforto para quatro passageiros e com os itens necessários para uma viagem tranquila. O visual aqui de dentro ainda é muito próximo da primeira versão, mas dentro da proposta de carro mais simples e barato, traz acabamento bem cuidado sim.

E vale lembrar o bom porta-malas do Classic, que comporta até 390 litros de bagagem, coisa que até modelo maior não tem. Mas então vamos para aquele ponto que ajuda muito na decisão de compra de um carro do gênero popular, o motor. Desde o início deste ano, passou a contar com o renovado 1.0 Flexpower VHCE, o mesmo que equipa a linha Celta e Prisma.


 
Depois das melhorias que recebeu para se adequar as novas normas de emissão de poluentes, ele ganhou mais força sem comprometer o consumo. Como é um carro pequeno e com suspensão bem acertada, a condição pra quem dirige é bem agradável e ele responde bem, mesmo com o carro um pouco mais pesado”.

Entre as renovações, incorporou alterações mecânicas bem atuais, como o sistema de comando de válvulas de baixo atrito, um novo coletor de admissão em plástico e novas válvulas de admissão e escape, além de um novo módulo de controle que inclui o acelerador eletrônico.


Detalhes que reforçaram esse carrinho para seguir oferecendo as soluções do mundo mais real do seu comprador e sem cobrar tanto por isso.

Mas no caso do Classic, a situação só não é melhor porque, em breve, sabemos, não existirá mais espaço para carros feitos no Brasil que não comportem a instalação de importantes equipamentos de segurança, como é o caso do aribag. Aí, a renovação é uma questão de sobrevivência. Mas isso, ainda leva um tempo e não é motivo para gerar insegurança a quem compra um Classic.

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