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As 5 piores tendências dos carros na atualidade

Conheça as cinco piores tendências dos carros atuais que as montadoras insistem em colocar nos carros atuais e que complicam

3 min de leitura

Existem modas que passam rápido e outras que vieram para ficar, tanto no vestuário quanto na indústria automotiva. No entanto, nem tudo que se torna comum nas linhas de montagem é, de fato, positivo. Por isso, selecionamos as cinco piores tendências dos carros atuais que as marcas insistem em aplicar nos projetos modernos.

1. Luzes de seta para-choque

Hyundai HB20
Hyundai HB20 Limited Plus [Auto+/ Felipe Yamauchi]

Embora essa solução polêmica tenha ganhado fama no mercado nacional com o Hyundai HB20, a estratégia de mover as setas traseiras para a parte inferior dos carros é antiga. Algumas fabricantes insistem em separar a luz de direção do conjunto óptico principal. A disposição prejudica bastante a visibilidade no trânsito pesado, já que o componente fica fora do campo de visão natural dos motoristas que vêm atrás.

2. Adaptação forçada de qualquer carroceria para o estilo SUV

Citroën C4 X, apresentado no Salão de Paris, estacionado [divulgação]
Novo Citroën C4 X [divulgação]

Os SUVs dominam as paradas de vendas, mas a indústria exagera ao tentar transformar todos os carros em SUVs. A Citroën se destaca nesse movimento recentemente, conferindo elementos aventureiros a quase todo o seu portfólio. A marca francesa transformou o sucessor do sedã C4 Lounge em um meio que SUV sedã e o hatch C4 em um SUV cupê, saturando o mercado com a mesma proposta visual.

3. Comandos do volante com botões touch

painel de instrumentos digital kombi elétrica volkswagen id.buzz

As telas sensíveis ao toque se consolidaram nas cabines modernas por centralizar recursos e limpar o visual do painel. Contudo, a aplicação de comandos capacitivos e botões touch no volante gera problemas práticos de ergonomia. A falta de feedback tátil faz com que o motorista acione funções indesejadas por acidente durante as manobras, tornando a experiência de condução irritante.

4. Grades frontais desnecessariamente exageradas

carro elétrico
BMW iX M60 [divulgação]

A Audi iniciou a tendência de conectar as porções superior e inferior da dianteira em uma peça única há duas décadas. Recentemente, marcas como a BMW abandonaram a discrição tradicional para adotar peças dianteiras massivas e de gosto discutível em seus carros. O exagero atinge o ápice em lançamentos recentes de marcas chinesas, nos quais as grades frontais ocupam quase 80% da área frontal do veículo.

5. Excesso de iluminação por fitas de LED na cabine

Interior do Mercedes-AMG GT XX com partes pretas e laranja
Mercedes-AMG GT XX [Divulgação]

A iluminação ambiente decorativa valoriza o interior dos carros e confere sofisticação quando os designers a utilizam com moderação. De uns tempos para cá, porém, o interior dos carros premium exibe uma profusão exagerada de pontos luminosos. A Mercedes-Benz lidera esse abuso estético ao espalhar filetes coloridos por todas as frestas possíveis, transformando o painel em algo que remete a um computador gamer de alto desempenho.

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João Brigato

Formado em jornalismo e design de produto, é apaixonado por carros desde que aprendeu a falar e andar. Tentou ser designer automotivo, mas percebeu que a comunicação e o jornalismo eram sua verdadeira paixão. Dono de um Jeep Renegade Sem Nome, até hoje se arrepende de ter vendido seu Volkswagen up! TSI.

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