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Cinco carros que mudaram de nome no mercado brasileiro

Confira cinco carros vendidos no Brasil que mudaram de nome para mudar de posicionamento ou se separar de suas famílias

3 min de leitura

Escolher o nome de um novo automóvel é uma das tarefas mais complexas para um fabricante. E, às vezes, o batismo original simplesmente não vinga. Em outras situações, o carro precisa mudar de identidade para refletir uma nova fase de mercado, atualizar seu posicionamento ou até mesmo se emancipar de uma linhagem tradicional. Relembre agora cinco modelos que mudaram oficialmente de nome em nosso mercado.

Citroën Aircross

Citroën Aircross XTR [Auto+ / João Brigato]
Citroën Aircross XTR [Auto+ / João Brigato]

Essa é a segunda vez que o modelo da Citroën passa por uma dança das cadeiras em seu batismo no mercado nacional. A primeira geração, na época em que o carro ainda era uma minivan com apelo aventureiro, estreou apenas como Aircross.

Pouco depois, mudou para C3 Aircross com a chegada da variante Picasso e, no fim do ciclo, voltou a ser apenas Aircross. A segunda e atual geração repetiu o enredo: foi lançada como C3 Aircross, mas perdeu o “C3” para adotar somente o sobrenome famoso.

Fiat Mille

Fiat Uno Grazie Mille verde parado de frente com fundo neutro
Fiat Uno Grazie Mille [Divulgação]

Originalmente, o termo Mille batizava apenas a versão equipada com motor 1.0 aspirado do Fiat Uno, lançada na década de 1990. Só que o sucesso foi tão avassalador que, lentamente, a marca italiana passou a adotar o nome Mille para identificar o compacto de formato quadradinho.

Quando a segunda geração do Uno estreou, em 2010, a separação ficou definitiva na linha de montagem, dividindo de vez o que era Uno do veterano Mille.

Chevrolet Classic

Chevrolet Classic [divulgação]
Chevrolet Classic [Divulgação]

Quando a General Motors decidiu manter o Corsa Sedan de segunda geração (geração B) em produção junto com o então moderno Corsa de terceira geração (geração C), o modelo mais antigo precisou de uma nova identificação.

Inicialmente, o três volumes ganhou o sobrenome Corsa Classic. Com o passar dos anos e sua consolidação como um dos campeões de venda da marca, o parentesco foi cortado e ele virou apenas Chevrolet Classic, com direito à famosa pronúncia brasileira “classíque”.

Toyota SW4

Toyota SW4 SRX Platinum 7 lugares branco de lado com uma casa antiga e um gramado ao fundo carros
Toyota SW4 SRX Platinum 7 lugares [Auto+ / João Brigato]

Lá nos anos 1990, quando o utilitário esportivo derivado da caminhonete desembarcou em solo nacional, ele atendia pelo nome de Hilux SW4, razão pela qual muita gente ainda costuma se referir ao modelo no gênero feminino.

Só que, para desvincular o produto e dar um status mais premium ao SUV, a Toyota eliminou o nome da caminhonete da carroceria. Hoje, ele é apenas Toyota SW4, mantendo o posto de líder absoluto de vendas em sua categoria há anos.

Ram 1500

Ram 1500 Laramie vermelha com para-choques cromados de frente com um fundo de terra
Ram 1500 Laramie [Auto+ / Rafael Pocci Déa]

Este exemplo vai além da mudança de um único carro, pois envolve o nascimento de uma marca inteira. Há mais de uma década, a antiga FCA (hoje Stellantis) decidiu emancipar a linha de caminhonetes da Dodge. Para criar a nova divisão, a empresa transformou o icônico nome do modelo em uma fabricante própria.

Dessa forma, a antiga picapona Dodge Ram deixou o passado para trás e deu origem aos modelos Ram 1500, Ram 2500 e Ram 3500.

Qual outro carro vendido no Brasil você lembra que também mudou de nome ao longo da carreira? Escreva nos comentários.

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João Brigato

Formado em jornalismo e design de produto, é apaixonado por carros desde que aprendeu a falar e andar. Tentou ser designer automotivo, mas percebeu que a comunicação e o jornalismo eram sua verdadeira paixão. Dono de um Jeep Renegade Sem Nome, até hoje se arrepende de ter vendido seu Volkswagen up! TSI.

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