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Guerra de patentes

Kia denuncia marca que lançou o carro elétrico mais barato do Brasil

Kia denuncia E-Motors e JMEV por uso indevido das marcas EV2 e EV3. Fabricante protege sua linha elétrica global e o registro no INPI

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A Kia Corporation subiu o tom para proteger sua propriedade intelectual no mercado brasileiro. Em nota à imprensa, o fabricante sul-coreano denunciou o uso indevido das nomenclaturas EV2 e EV3 pelas empresas E-Motors e JMEV no território nacional. Segundo a marca, as siglas são marcas registradas junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e a exploração por terceiros configura uma violação de direitos comerciais.

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O conflito de marcas surge em um momento estratégico para a Kia, que consolida sua ofensiva elétrica global sob a identidade EV. Atualmente, no Brasil, a linha sob a sigla é composta pelos modelos EV5 Land (R$ 389.990) e EV9 GTL ou EV9 GTL Fosco, ambos comercializados por R$ 749.990. Aliás, a utilização das mesmas siglas por outras importadoras pode gerar confusão no consumidor e diluir o valor da família de produtos do fabricante coreana.

Kia EV5 cinza parado de frente com árvores ao fundo
Kia EV5 [divulgação]

A Kia e a briga judicial

Sobretudo, um dos pivôs da disputa, o Kia EV3, já é conhecido do público local. O SUV elétrico foi uma das estrelas do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo no final do ano passado e chegará a partir do segundo semestre deste ano. Aliás, a proteção do nome é vital para garantir que o modelo não tenha ruídos de comunicação ou entraves jurídicos causados por modelos homônimos de procedência distinta.

Diante do cenário, a Kia Corp. reafirmou que adotará todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis para resguardar a integridade de suas patentes. Além disso, o fabricante ainda foca na preservação de sua estratégia global de eletrificação, onde cada numeral da linha EV representa um degrau específico de sofisticação e porte. O movimento reforça a seriedade com que a marca encara o mercado brasileiro, tratando-o como destino prioritário para suas tecnologias mais avançadas de mobilidade sustentável.

Você acha que o uso das mesmas siglas por marcas diferentes prejudica o comprador ou o mercado é grande o suficiente para todos? Escreva sua opinião nos comentários

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