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Saiba identificar o momento certo de trocar os pneus

Fazer rodízio ainda é bem-vindo para preservar vida útil do componente
(Auto+)

O pneu é um dos principais componentes de um veículo, pois ele é a garantia de um bom desempenho e segurança — afinal, ele é o responsável por fazer o contato do carro com o solo. Pensando nisso, o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) reuniu algumas dicas para saber o momento certo de trocar o pneu, bem como identificar o estado de conservação de cada um deles.

Segundo o Cesvi, manter os pneus bem cuidados contribui para que o veículo tenha maior controle em diversas situações como frenagens, acelerações, curvas, retas, em diferentes tipos de estrada e condições climáticas. O órgão afirma que a maioria dos problemas nos pneus estão ligados ao desgaste excessivo, causado por falta de manutenção e até de falta de calibragem. “É muito comum que os condutores não vejam os pneus como prioridade no veículo, geralmente eles só se lembram desses itens quando precisam trocá-los”, afirma Gerson Burin, coordenador técnico do Cesvi.

Uma das maneiras mais fáceis de identificar se o pneu precisa ser trocado é o chamado TWI (Tread Wear Indicator), uma “linha” que fica entre os sulcos do pneu e indica o limite de deterioração do componente. “O desgaste pode ser identificado pela referência chamada TWI presente em todo pneu, que aponta o limite de desgaste da banda de rodagem. Caso a referência TWI passe a fazer contato com o solo, significa que está na hora de fazer a troca”, explica Burin.

Outro jeito que serve de referência para o proprietário saber a hora de trocar o pneu é o DOT (Department of Transportation), que se trata de uma identificação composta por quatro números: os dois primeiros indicam a semana de fabricação, enquanto os dois últimos números o ano. “É preciso ressaltar que ao escolher essa opção, o ideal é que o pneu não tenha mais do que cinco anos de uso”, afirma o técnico.

Por fim, mas não menos importante, ainda é recomendável fazer o rodízio dos pneus conforme o manual de instruções do veículo. A prática preserva a vida útil (os pneus se desgastam por igual) e evita gastos desnecessários. “O rodízio ideal é sempre aquele em que os mais novos ficam nas rodas traseiras, promovendo mais estabilidade e segurança para o carro. Além disso, é necessário verificar constantemente o alinhamento do conjunto, revisar a suspensão e ajustar a calibragem corretamente”, finaliza Burin.

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