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Stellantis Brasil terá 6ª marca além de Fiat, Peugeot, Citroën, RAM e Jeep

Nova marca do grupo Stellantis no Brasil é, na realidade, o braço direito da Fiat e terá como estrela o Pulse
Abarth Fiat
Stellantis [divulgação]

Antes que você se anime, não a Opel não vai vender seus carros no Brasil. A Stellantis, na realidade, prepara o relançamento da Abarth por aqui. O que já foi somente uma versão esportiva da Fiat, a Abarth ganhou status de marca própria há alguns anos com direito a nenhum logo da marca do Pulse em seus carros.

E por que citei o Pulse? Justamente porque o Abarth Pulse vem aí. Como a marca do escorpião assinará seus próprios modelos, ele não será vendido como Fiat Pulse Abarth, mas sim como Abarth Pulse. A confirmação veio por Antonio Filosa, COO da Stellantis na América do Sul em uma entrevista a jornalistas onde o AutoPapo teve acesso.

Ele afirmou que uma marca com a letra A estaria voltando para o Brasil. No grupo Stellantis, apenas Alfa Romeo e Abarth começam com essa letra e o executivo afirmou categoricamente que não era a fabricante de Giulia, Tonale e Stelvio. Ou seja, só sobrou a Abarth.

Fiat Pulse Impetus [Auto+ / João Brigato]
Fiat Pulse Impetus [Auto+ / João Brigato]
E faz sentido pois flagras do Abarth Pulse já circulam nas redes há um bom tempo. O projeto chegou a ser pausado por um tempo, mas retomou com força e é importante para a Fiat e para a Stellantis para criar uma imagem mais esportiva dentro do grupo na área nacional.

Mais Abarth

O Pulse não será o único Abarth brasileiro. Ele terá também a companhia do Fastback que já nascerá com o motor 1.3 T270 quatro cilindros turbo flex de 185 cv e 27,5 kgfm de torque o qual é planejado para o SUV de entrada da Fiat/Abarth. Outros modelos também poderão receber o tratamento da marca do escorpião.

Abarth [divulgação]
Abarth [divulgação]
Abarth Fiat
Stellantis [divulgação]
Um dos modelos bastante cotado para se transformar em Abarth é o hatch compacto Argo, que tem base semelhante ao do Pulse. Os acertos dinâmicos e de motor seriam muito mais fáceis de serem transplantados do hatch para o SUV. Não seria estanho também se a Stellantis fizesse uma Abarth Toro, dado o sucesso da picape e seu preço mais elevado.

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João Brigato

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