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Melhor ir com calma

Aston Martin é duramente prejudicada por causa do governo

As medidas governamentais internacionais não fortaleceram a Aston Martin e a marca enfrentou graves problemas em 2025

3 min de leitura

Medidas drásticas governamentais como o aumento da tarifa para carros importados nos Estados Unidos deixaram a Aston Martin de cabelos em pé. Com as novas regras impostas por Donald Trump, a montadora viu seu lucro diminuir consideravelmente e terá até de reestruturar severamente seu quadro de funcionários. Será que o fim da marca icônica está próximo?

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Que história é essa?

Adrian Hallmark, CEO da fabricante, foi entrevistado pela mídia Bloomberg e deu mais detalhes deste pesadelo. Segundo ele, Trump não pode ser culpado por todos os problemas enfrentados, mas tem certa parcela de culpa. Adrian contou que as novas tarifas de importação sobre o valor dos carros que chegam aos Estados Unidos afetaram o desempenho de vendas da marca.

Para se ter ideia da situação, a empresa anotou queda de 21% em sua receita em 2025 se comparado com 2024. O executivo pontuou que os prejuízos operacionais subiram de forma notória, chegando em cerca de £ 259,2 milhões, de acordo com o Carscoops.

Imagem mostra o novo DBX S, novo SUV da Aston Martin de frente
Aston Martin DBX S [divulgação]

A fabricante ainda sofreu com queda de 10% em sua produção, pois fabricou apenas 5.448 carros durante todo o ano passado. E a situação da Aston Martin não preocupou somente a região estadunidense como também a chinesa. Afinal de contas, os volumes de vendas entre a Ásia e o Pacífico caíram cerca de 21%.

Recuperação em primeiro lugar

Com o intuito de se recuperar o baque em 2025, a montadora já encontrou algumas saídas. Em primeiro lugar, a marca renomada afirmou que terá de demitir aproximadamente 20% de seus funcionários. Essas demissões em massa deverão gerar uma poupança de cerca de £ 40 milhões.

Aston Martin Vantage S 2026 estático na cor verde
Aston Martin Vantage S [Divulgação]

Depois disso, ela passará por uma forte reestruturação, a qual deverá gerar um pouco mais de dinheiro para os caixas. E por fim, os futuros carros elétricos da Aston Martin vão ficar para um segundo momento. Esse adiamento ajudará a diminuir o orçamento de desenvolvimento.

Luz no fim do túnel

Todavia, a Aston Martin tem muitas esperanças para enfrentar esse momento turbulento. O nome de uma delas é Valhalla. O superesportivo já está em produção e teve suas primeiras unidades entregues entre o fim de 2025 e o começo de 2026. Ainda nesse sentido, a marca espera entregar mais do esportivo aos seus clientes e assim poder ver a cor do dinheiro entrando no caixa.

O Valhalla tem um motor central e é híbrido plug-in. O conjunto entrega mais de 1 mil cv e ele tem o câmbio automatizado de série.

AstonMartin Valhalla de frente andando na estrada
Aston Martin Valhalla [Foto: Divulgação]

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Felipe Yamauchi

Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.

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