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5 câmbios automáticos e automatizados que são verdadeiras bombas

Fuja das bombas: conheça os 5 câmbios automáticos e automatizados que ficaram marcados por defeitos crônicos e trancos no mercado brasileiro

3 min de leitura

Ter um carro equipado com câmbio automático é sinônimo de praticidade e conforto no dia a dia, principalmente no trânsito urbano, mas nem sempre essa escolha termina em boa experiência. Algumas transmissões ficaram marcadas no Brasil por trancos, defeitos crônicos e reparos caros, transformando certos modelos em pesadelos mecânicos.

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O Auto+ separou cinco transmissões que você deve evitar no mercado de usados. São veículos que, apesar do sucesso em vendas na época, ficaram conhecidos pelos projetos problemáticos, seja nos automatizados de embreagem simples ou nos automáticos convencionais. Portanto, antes de fechar negócio, confira esta lista para não ter dor de cabeça.

Volkswagen i-Motion

Transmissão automatizada I-Motion
Câmbio I-Motion [Divulgação]

O câmbio automatizado de embreagem simples da Volkswagen, batizado de i-Motion, figura entre os mais problemáticos. O sistema equipou modelos de grande volume como Gol, Voyage, Fox, Polo e até o Up!. A promessa era oferecer conforto sem o custo de um automático real, mas a prática entregou trancos excessivos nas trocas, hesitação em manobras e falhas constantes no atuador da embreagem. Como os reparos são frequentes e caros, o i-Motion tornou-se um item a ser evitado.

Ford PowerShift

Imagem mostra câmbio automático
Câmbio automatizado Powershift Ford [Divulgação]

O que deveria ser uma revolução tecnológica nos compactos da Ford virou o maior pesadelo da marca na última década. O câmbio automatizado de dupla embreagem PowerShift, presente no Fiesta, EcoSport e Focus, sofre com superaquecimento, trepidações severas e travamentos completos da transmissão. Mesmo com a extensão da garantia por parte da montadora após pressão dos órgãos de defesa do consumidor, a má fama destruiu o valor de revenda desses modelos.

PSA AL4 (Peugeot e Citroën)

Citroën Xsara Picasso em Brasília [divulgação]
Citroën Xsara Picasso [Divulgação]

Nos anos 2000 e 2010, diversos modelos da Peugeot e da Citroën utilizaram a caixa automática AL4 de quatro marchas. Presente em carros como 206, 307, C3, C4 e Xsara Picasso, o sistema sofria com a simplicidade do projeto e durabilidade limitada para o clima tropical. Patinação em giros médios, consumo elevado e falhas no módulo eletrônico eram reclamações comuns. Muitas vezes, a solução exigia a substituição completa do gerenciamento eletrônico, um serviço com custo proibitivo.

Fiat Dualogic e GSR

carros
Fiat Punto Sporting [Divulgação]

A Fiat insistiu por mais de uma década no sistema Dualogic, que posteriormente evoluiu para o nome GSR. A lista de modelos afetados é longa: Palio, Punto, Idea, Linea, Argo, Mobi e até a picape Strada. O funcionamento sempre foi marcado pela lentidão e por trancos que prejudicavam a durabilidade dos componentes. Na versão GSR, falhas no sensor de seleção podiam colocar o carro em neutro sem aviso prévio, gerando recalls e riscos à segurança.

Chevrolet Easytronic

Chevrolet Agile [Divulgação]

A General Motors também tentou a sorte com os automatizados de embreagem simples no Agile e na Meriva. O resultado foi o Easytronic, um câmbio lento que sofria com trepidações em manobras e travamentos inesperados. O custo-benefício do sistema era inexistente, levando muitos proprietários a gastarem pequenas fortunas em oficina ou, em casos extremos, optarem pela conversão do carro de volta para o câmbio manual.

Você já foi dono de algum carro com esses câmbios e teve o sonho transformado em pesadelo ou deu sorte e nunca teve problema? Escreva nos comentários.

15 comentários em “5 câmbios automáticos e automatizados que são verdadeiras bombas”

  1. John Doe

    Eu fui um feliz proprietário de um New Fiesta 2014 com câmbio Powershift. Em conjunto com o motor Sigma 1.6 de 130CV, formavam uma dupla muito esperta pra tráfego em cidades. Andava muito bem e era econômico. Fiquei 6 anos com ele, nunca me incomodou.

  2. João

    Tenho um gransiena , com duallogic plus , curioso q ninguém fale sobre isso , o plus funciona como um automático, vc tira o pé do freio e o carro anda , o duallogic comum só se move quando acelera , nunca tive nenhum problema com o meu , mas admito q ele não é para certos motoristas , motoristas mais jovens que dirigem mais “esportivamente” não irão se acostumar ,mas me adaptei muito bem com o meu, e até prefiro ao automático pelo menor consumo , na minha opinião o defeito está na dificuldade de completar o óleo do robô, precisa tirar até o suporte da bateria pra ter acesso ao reservatório, e acho q muito mecânico ganhou dinheiro fácil com essa manutenção, pois o cambio para de funcionar , e basta vc completar o óleo e desligar a bateria , q o sistema se reseta e volta a funcionar , o meu fez isso uma vez , agora completo o óleo a cada 6 meses , rodo pouco , o carto está com 120 milkm ,tirando a falta de óleo, nunca deu nenhum problema, agora começou a trepidar um pouco a embreagem , acho q quando for trocar , vou trocar o reparo do sistema duallogic pra aproveitar parte da mão de obra .

  3. João

    Tenho um gransiena , com duallogic plus , curioso q ninguém fale sobre isso , o plus funciona como um automático, vc tira o pé do freio e o carro anda , o duallogic comum só se move quando acelera , nunca tive nenhum problema com o meu , mas admito q ele não é para certos motoristas , motoristas mais jovens que dirigem mais “esportivamente” não irão se acostumar ,mas me adaptei muito bem com o meu, e até prefiro ao automático pelo menor consumo , na minha opinião o defeito está na dificuldade de completar o óleo do robô, precisa tirar até o suporte da bateria pra ter acesso ao reservatório, e acho q muito mecânico ganhou dinheiro fácil com essa manutenção, pois o cambio para de funcionar , e basta vc completar o óleo e desligar a bateria , q o sistema se reseta e volta a funcionar , o meu fez isso uma vez , agora completo o óleo a cada 6 meses , rodo pouco , o carto está com 120 milkm ,tirando a falta de óleo, nunca deu nenhum problema, agora começou a trepidar um pouco a embreagem , acho q quando for trocar , vou trocar o reparo do sistema duallogic pra aproveitar parte da mão de obra . Um outro detalhe q me lembrei , muitos reclamam de tranco nas trocas de marcha , se vc afundar o pé no acelerador ele vai dar tranco mesmo ,mas se vc fizer isso num ponche o tranco vai ser maior ainda , então não é defeito do sistema e sim característica, o tranco do porche é menos sentido por ser de dupla embreagem, a troca é instantânea, mas q tem tranco , tem .

  4. Marcos Bergamini

    Eu sou dono de um Focus Titanium sedan 2017, está com 108 mil km e graças a Deus nunca deu problema. Realmente o carro apesar de ser infinitamente melhor que muitos outros sofre a desvalorização constante. A solução seria a Ford ser obrigada por lei a fornecer o kit embreagem por no máximo uns 2 mil reais, assim acredito que seria atrativo na revenda. É uma máquina, uma nave, carro fantástico.

  5. Corvão automaniaco

    O câmbio automatizado é muito bom! Funciona muito bem dentro do limite proposto! A reportagem É SENSACIONALISTA ! !TODO CAMBIO DA MANUTENÇÃO!

    • Marco

      “O mundo automotivo em geral” diz que alguns câmbios automatizados são problemáticos, mas não, vou acreditar na sua opinião… Rssss
      Por favor né ? Não vamos confundir experiências únicas com médias altas de MTBF da indústria…

  6. Klecio Tiago

    Fui um feliz dono de uma SpaceFox confortline i-motion que só me deixou na mão um vez por negligência minha! Fiz uma revisão no câmbio com 150mil Km e não fiz a troca da embreagem pra economizar uns mil na época, rodei uns 8 mil km e o carro parou por desgaste na embreagem… Fora isso não tenho o que reclamar desse câmbio… Hoje tenho um carro manual… É a vida…

    • Sebastião Amorim dos Reis

      Eu não fui tão feliz assim, peguei um Fox i-motion com 30,mil km. Estragou o platô da embreagem.

  7. Sérgio

    Tenho um Peugeot 2008 , ano 2016 , câmbio AL4 , 146.000 km , em perfeito estado de funcionamento, todo câmbio automático sem manutenção, ou seja troca de fluido , pode dar problema, troco com 40.000 km , não é o primeiro que tenho .

  8. José Francisco

    Tenho uma Ecosport 2.0 Power shif não tive problema conforto ótima dirigibilidade econômica apesar desvalorização pra mim ótimo benefício .gosto e cada um com seu não sou vendedor de carro.

  9. Danthe Silva

    Rodei 11 anos com um Voyage imotion. Nunca tive problema. Com 10 anos, precisei fazer manutenção pela primeira no câmbio. Não posso nem dizer que foi defeito. Foi manutenção.

  10. Marcio Soutelo

    Tive um VW Gol 2010 com câmbio i-motion mas ele tinha borboletas para troca de marcha no volante, o que o tornavam num carro muito divertido para dirigir e sem trancos, pois os trancos eram provocados quando se trocava marcha com o pé no acelerador, como se faz em carro automático, mas esse câmbio não era automático e num câmbio não automático, manual, você para de acelerar quando vai trocar a marcha.

  11. Maria

    Fui a infeliz dona de um Aircross cintroen, o câmbio começou a patinar e quando pensei e fazer a troca de óleo o carro já era. Passei para uma intermediária por mixaria, o custo era quase 18.000 para arrumar. Eu era apaixonada pelo meu carro…mas infelizmente tive prejuízo.

  12. RInaldo melo

    Tenho um new fiesta 2014 mod 2015.Fico assustado quando leio uma matéria falando do cambio powershift.Meu carro esta com 99 mil km.Ate presente momento nada de problema.Fiz a troca do óleo do cambio.Manutencao.Fora isso passei o scanner e tudo normal.So posso dizer que estou satisfeito.Cambio bem suave na troca de marcha e com 6 marchas.Econonomico o carro em estrada.Na cidade considero normal um consumo maior.

  13. Camacho

    Faltou o DSG que equipava o Golf TSI 2014, importado da Alemanha. Tive um e gastei bastante com a mecatrônica do câmbio. O carro é um “tesão” mas quando cisma de dar feito esqueça tudo e só abre a carteira.

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Luiz Forelli

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, sempre fascinado por carros. Passava horas dirigindo no colo da família dentro da garagem ou empurrando carrinhos pela casa, como se já soubesse que seu caminho estaria entre motores e rodas. Hoje, realiza o sonho de infância escrevendo sobre o universo automotivo com a mesma empolgação de quem brincava com um volante imaginário. No lugar do sangue, corre gasolina, e isso nunca foi segredo.

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