O Suzuki Every é uma minivan urbana que a maioria dos mercados ocidentais não comercializa. Contudo, o fabricante trouxe uma atualização estética e tecnológica, o suficiente para manter o modelo em conformidade com as exigentes normas de segurança japonesas. Aliás, a versão de entrada com tração traseira e câmbio manual, inicia em aproximadamente US$ 8.400 (R$ 42.189, em conversão direta).
É uma opção voltada ao trabalho e sem frescuras, que preserva os vidros com manivela manual nas portas, para reduzir o preço e garantir baixa manutenção. Há também uma versão com tração 4×4 por cerca de US$ 9.300 (R$ 46.709), enquanto a porta de entrada para os motores turbinados inicia em US$ 11.200 (R$ 56.252).
Mudanças concentradas na dianteira
As novidades visuais aparecem na dianteira com para-choque redesenhado e grade do radiador repensada. Dependendo da versão, há faróis escurecidos, kit de carroceria, grade maior, entradas de ar mais pronunciadas, saias laterais e spoiler de teto. As rodas de liga leve substituem as de aço. Os estribos laterais retráteis são opcionais.
A versão aventureira J Limited exibe para-choque dianteiro remodelado com acabamento em preto brilhante para combinar com as calotas, espelhos, colunas, maçanetas e emblemas off-road alusivos da Suzuki, que identificam a edição especial.

Suzuki oferece uma cabine digital
A cabine totalmente escurecida traz o quadro de instrumentos digital de série em toda a gama. É possível incluir o multimídia de nove polegadas com navegação integrada, câmera de 360º e ainda volante aquecido. O pacote ADAS inclui controlador adaptativo de velocidade, prevenção ativa de saída de faixa e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.
A kei van da Suzuki mede 3,39 m de comprimento, sendo comercializada em versões de dois ou quatro lugares. O motor naturalmente aspirado de três cilindros e 660 cc rende 48 cv. O câmbio pode ser manual de cinco marchas ou continuamente variável (CVT). Apesar disso, a unidade turboalimentada entrega 63 cv e disponível só com a caixa CVT. Ambas podem ter tração traseira ou nas quatro rodas sob demanda.


E você, acha que esse tipo de utilitário barato e puramente funcional faria sucesso em nosso mercado? Escreva nos comentários.



