O Dodge Durango atual foi revelado em meados de 2011 e segue vivo desde então, embora tenha tido vida curta e ofuscada no Brasil. Contudo, sua vida internacional está chamando atenção do setor, principalmente pelas altas vendas nos últimos tempos e olha que ele não conhece nenhum nível de eletrificação. O que será que explica seu sucesso?
Vende como água no deserto
Em um evento recente, a marca cuidada pela Stellantis deu mais detalhes sobre as negociações do Durango. Segundo a Dodge, o SUV ultrapassou as 81 mil vendas durante 2025, anotando crescimento de 37% em comparação com 2024. Nos primeiros três meses de 2026, o modelo esquecido pelo conglomerado já vendeu mais de 20 mil unidades, conforme o Carscoops.
Matt McAlear, CEO da Dodge, pontuou algumas razões para que o SUV esquecido ainda siga com altas vendas mesmo enfrentando rivais bem mais atualizados. Em sua visão, o executivo comentou que ele é o único na categoria a ter motor V8 e a carroceria é do tipo monobloco, enquanto a maioria dos rivais tem carroceria sobre chassi.

Isso influencia na dirigibilidade. Matt contou que mesmo tendo essa diferença de fabricação, o Durango se equivale aos oponentes em capacidade de reboque e ainda apresenta mais facilidade de condução. Outro apelo junto ao público foi a volta do motor 3.6 V6 Pentastar ao catálogo.
O propulsor entrega 295 cv e 35,9 kgfm de torque e trabalha em parceria com o câmbio automático de oito marchas. A tração pode ser 4×2 ou 4×4, mas esta última faz parte de um kit opcional e deixa o modelo mais caro. Para quem gosta de desempenho, o Durango 5.7 V8 Hemi conta com 360 cv. Existe ainda o propulsor 6.2 V8 de 710 cv.

Ainda tem futuro
Hoje, o SUV esquecido pela Stellantis tem preço inicial nos arredores de US$ 40 mil nos Estados Unidos, cerca de R$ 198 mil. A sua geração atual foi apresentada em 2011 e desde então passou por mudanças pontuais. Porém, tudo mais mudar mais para frente. A Dodge já desenhou a chegada da nova geração do SUV grande ao mercado, só que isso acontecerá em 2029 e não há previsão de vinda ao Brasil.
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É frustrante perceber que o Brasil é o país do “já teve”. O que se vê são reportagens sobre modelos de carros que foram vendidos por aqui, e atualmente sobrevivem só nos nossos sonhos.
Carlos Tavares gostava de matar sucessos e investir em fracassos. Espero que o Filosa cuide bem desses sucessos (só pela mudança imediata nos motores das Stellantis já mostra uma tendência de seguir o básico: fazer o que o público quer)
Os Carros da Chrysler sempre tiveram seu charme, a sobrevida da Durango, mostra que a Stellantis deveria tentar entender melhor, o complexo mercado americano…Onde um V8, faz parte do tão famoso ” Sonho Americano”…
Clara que me Lembro, Eu tenho um Durango Citadel que não me desfaço por nada.
Melhor carro do Mundo, e na minha cidade só tem o meu…Exclusividade.
Motor do Challenger
Não gostei da traseira e parachoque, mas o carro é bonito, se tivesse 60-100 mil aqui vendia feito imposto.
Muitas veja estratégia é errada.
Por aqui acho que faria sucesso o V6 Pentastar mas, temos que tomar cuidado pois nossa gasolina já vem batizada do governo com 30% de álcool. Adaptar este tipo de motorização as vezes não compensa.
Clara que me Lembro, Eu tenho um Durango Citadel que não me desfaço por nada.
Melhor carro do Mundo, e na minha cidade só tem o meu…Exclusividade.
Além da Dodge Durango, também nunca tivemos por aqui os Dodge Charger e Challenger trazidos oficialmente pela Stellantis… Uma pena… Tomara que isso mude com o novo Dodge Charger R/T lançado recentemente na terra do Tio Sam.
Dirigi uma GT nos EUA.
Maravilha de carro.
Eu tenho é top! Os carro 2025 não tem o recurso do meu 2013
Eu acho o nome Dodge muito melhor do que RAM.
Dirigi um nos EUA. Eu não gosto de SUVs mas confesso que gostei da experiência.