A Toyota estuda o resgate do Celica para inaugurar a oitava geração do cupê, encerrando um hiato de mais de duas décadas desde o fim da produção do modelo original. Portanto, a estratégia deseja posicionar o esportivo de duas portas como a nova opção de acesso ao catálogo de alta performance da divisão Gazoo Racing (GR), a qual oferece no Brasil os modelos GR Corolla (a partir de R$ 416.990) e GR Yaris (iniciais R$ 359.990).
O projeto atende a uma ambição direta de Akio Toyoda, presidente do conselho do fabricante. O executivo, sobretudo, defende a ressurreição da icônica trinca de esportivos da marca, a qual apelidada carinhosamente por ele de três irmãos, sendo formada pelos modelos Supra, MR2 e Celica. As informações são do Autocar.co.uk.
Como o Supra já foi reintroduzido no mercado global e o projeto do MR2 (fotos abaixo) de motor central segue avançando, o Celica assume naturalmente o próximo lugar na fila de lançamentos.


Testes no WRC e plataforma do Corolla
Embora a marca ainda não tenha cravado datas oficiais, os primeiros sinais do projeto já surgiram nas pistas. Um protótipo camuflado de duas portas foi visto em testes para o Campeonato Mundial de Rali (WRC). Aliás, a troca do atual Yaris pelo Celica nas competições resgata a trajetória vitoriosa da marca nos anos 1990, quando o cupê conquistou dois títulos mundiais na terra.
Para o modelo de rua, a Toyota utilizará uma arquitetura de grande volume. De todo modo, o novo Celica usará a plataforma modular da próxima geração do Corolla, garantindo escala de produção e viabilidade financeira. Com essa base, a Toyota mira um confronto direto com o novo Honda Prelude, derivado da estrutura do Civic.
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Motor 2.0 híbrido e tração nas quatro rodas
Tratado internamente pelo codinome Celica Sport, o modelo deve adotar o novo motor 2.0 de quatro cilindros desenvolvido pela divisão GR. O propulsor ficará instalado na posição dianteira, mantendo a tradição das sete gerações anteriores.
Para cumprir as rígidas normas internacionais de emissões, a engenharia da marca planeja associar o bloco a um sistema híbrido ou híbrido plug-in. Além disso, a tração integral é dada como certa tanto para a versão de rua quanto para o carro de competição, garantindo o desempenho esperado de uma lenda do rali.

A volta do Celica com motor híbrido e tração integral tem força para desbancar o Honda Prelude e dominar a categoria? Escreva nos comentários!
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