Perigando ser o lançamento mais importante de 2026, o novo Fiat Argo já tem data para começar a ser produzido: setembro. O hatch compacto será fabricado em Betim, Minas Gerais, de onde será exportado para outros países da América Latina e ditará o futuro de diversos novos carros da Fiat.
Início da produção e maturação do projeto
Internamente chamado de Start Of Production (SOP), o processo de produção regular de um automóvel é a parte mais importante de todas. Afinal, é quando a montagem de pré-série já está validada, todos os componentes estão prontos e esses carros serão os primeiros a chegar às concessionárias.
Neste momento, a Fiat já tem algumas unidades do novo Fiat Argo sendo fabricadas no regime de pré-série para alguns ajustes na linha de montagem. Contudo, a produção para valer ainda precisa de mais oito meses de maturação. Isso porque, apesar de o visual estar fechado, alguns componentes mecânicos ainda precisam de ajustes.

Quatro opções de motores para o mercado brasileiro
Por falar em componentes mecânicos, o Auto+ apurou com fontes ligadas ao projeto que a Stellantis decidiu que o novo Fiat Argo terá quatro opções de motor no Brasil. Todos os conjuntos mecânicos já são conhecidos. Contudo, a marca estuda fortemente viabilizar a produção da versão elétrica em nosso mercado.
Tal qual acontece hoje com o modelo atual, o novo Argo receberá o motor 1.0 Firefly três cilindros aspirado. São 75 cv e 10,7 kgfm de torque gerenciados por uma transmissão manual de cinco marchas. Esse motor, inclusive, já está presente nos Citroën Basalt e C3, que utilizam a mesma plataforma Smart Car do Grande Panda e do novo hatch da Fiat.

As versões intermediárias do novo carro da Fiat recebem o 1.3 Firefly quatro cilindros aspirado de 107 cv e 13,7 kgfm de torque. A adaptação da plataforma Smart Car a esse motor já foi feita e, em breve, também equipará os modelos da Citroën, incluindo o Aircross. Tanto no novo Fiat Argo quanto nos modelos da marca francesa, esse motor 1.3 terá opção de câmbio manual ou automático do tipo CVT.
Estreia da motorização turbo e sistema micro-híbrido
Por fim, a nova geração do hatch compacto terá acesso a algo que o Argo nunca teve: motor turbo. O 1.0 T200 três cilindros turbo de 130 cv e 20,4 kgfm de torque será oferecido unicamente na configuração semi-híbrida. Inclusive, o novo Fiat Argo rompe com a nomenclatura Hybrid para esse motor e adota a sigla MHEV, uma vez que o sistema não é um híbrido pleno. O câmbio será exclusivamente CVT.

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Mas será mesmo que teremos o 1.3 em nosso mercado e isso não é visando mercados latinos? 1.3 paga mais IPI que o 1.0. Talvez o custo de coloca-lo seja o mesmo que usar o 1.0T logo de cara.
Sobre o “MHEV”, eu já vi propaganda da Peugeot usando o termo ao invés de “T200 Hybrid”.
Fico feliz com a inclusão do motor 1.3 que deve ser bem mais em conta
Espero que venha uma versão abarth com 1.3 turbo
Meu Deus, por quê os carros da Stellantis demoram tanto pra vender por aqui? Esse carro já existe na Europa tem 2 anos, nem tem graça mais
Claro que sim.
Temos um Argo 1.0 e que carro econômico.
Esse carro deveria se chamar Panda ou Uno.