O Fiat Grande Panda nacional será comercializado no Brasil como a nova geração do Fiat Argo. Em vez de dar continuidade à designação Uno, o fabricante decidiu seguir com um batismo consolidado em nosso mercado desde o primeiro semestre de 2017. O plano é manter em linha a primeira geração do Argo por mais alguns anos. Uma estratégia que difere da adotada com o Palio Fire ou o Uno Fire, que utilizam um propulsor descontinuado no fim de 2024.
Para a primeira geração do hatch, de acordo com o Autos Segredos (em matéria também publicada pela Quatro Rodas), a marca prepara o Argo Urban. Ele será oferecido com motor 1.0 e câmbio manual, além do 1.3 de quatro cilindros combinado à caixa continuamente variável (CVT). A estratégia é concentrar as cinco versões atuais (variações das configurações Drive e Trekking) em apenas duas opções.
O visual do Argo Urban deve seguir a receita do Fiat Panda Urban europeu, com apelo aventureiro, apesar de abdicar das alterações de suspensão e dos pneus de uso misto da versão Trekking. A estética exterior exibirá acabamentos em preto nos retrovisores, faixas laterais e rack de teto. O emblema da versão ficará na tampa do porta-malas e nos para-lamas dianteiros.

Mecânica e Equipamentos
O pacote de série focará no custo-benefício, trazendo ar-condicionado, travas e vidros elétricos nas quatro portas, central multimídia, direção elétrica e alarme. Sob o capô, os motores da família Firefly permanecem sem alterações:1.0 de três cilindros: 71 (gasolina) e 75 cv (etanol), além de torque de até 10 kgfm e 10,7 kgfm, respectivamente.
Além disso, outra opção é o 1.3 de quatro cilindros, que rende 98 cv (gasolina) e 107 cv (etanol). O troque é de 13,1 kgfm e 13,6 kgfm, na ordem, sendo o câmbio continuamente variável (CVT) com simulação de sete marchas. Sobretudo, trata-se de um conjunto mecânico amplamente aplicado tanto na caminhonete Strada quanto no sedan Cronos.


E você, quais são as suas expectativas para a nova geração do Fiat Argo? Caso você seja proprietário de um modelo da primeira geração, compartilhe sua experiência conosco nos comentários!




Na minha opinião a fiat deveria fazer o mesmo que a Renaut fez com o Sandero. Manter a versão trekcing do Argo, com motor 1.0 e mais “enxuta” nos equipamentos, mas com a suspensão mais elevada e as barras no teto. Distanciando no preço do Pulse drive manual, mas mantendo a versão mais descolada do Argo.