Lançado em 2017, o Renault Kwid completou 800.000 unidades produzidas no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). Do total da fábrica paranaense até agora, 60% ficou no Brasil, enquanto os outros 40% foram destinados ao mercado externo.
Atualmente, o Renault Kwid é exportado para 17 países da América Latina, abastecendo Argentina, Chile e Uruguai. Entre as características, o subcompacto possui uma altura em relação ao solo de 185 mm, bem como ângulos de ataque (24,1º) e de saída (41,7º) na opção Intense. Já o porta-malas é de 290 litros, superando o do rival da Fiat Mobi Like 1.0 (200 litros), que custa promocionais R$ 72.490.
Outras capacidades do subcompacto do fabricante aparecem nos 3,73 m de comprimento, 1,57 m de largura, 1,48 m de altura e 2,42 m de entre-eixos. Além disso, oferece quatro airbags de série (dois frontais e dois laterais) em todas as versões.


Sob o capô, o motor 1.0 SCe de três cilindros oferece 71 cv e 10 kgfm quando abastecido com etanol. De acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, com gasolina, o Renault Kwid crava médias de 15,5 km/l na estrada e 14,6 km/l na cidade, para citar.

Versões e preços do Renault Kwid
Atualmente, o Renault Kwid está à venda em nosso mercado nas configurações Zen (R$ 82.790), Intense (R$ 85.890) e a topo de linha Outsider (R$ 91.190).
A marca de 800.000 unidades reflete também o momento da planta paranaense, operada pela Renault Geely do Brasil desde a união das marcas no país. Entre as tecnologias, a fábrica de São José dos Pinhais possui inteligência artificial, impressão 3D e robôs autônomos na linha de montagem, operando com 100% de energia limpa e mantendo preservados 900.000 metros quadrados de Mata Atlântica ao redor do complexo industrial.

Qual dos dois leva a melhor no segmento de entrada: Renault Kwid ou Fiat Mobi? Escreva nos comentários!


