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Brasil tem um novo carro automático mais barato; veja os 5 modelos

Mudanças mexeram no ranking dos automáticos mais acessíveis e tiraram a liderança que pertenceu ao Fiat Argo

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Os carros automáticos deixaram de ser luxo há bastante tempo. Por exemplo, em grandes cidades, onde o trânsito intenso faz parte da rotina, muitos consumidores já consideram o câmbio automático um item indispensável na hora de comprar um veículo novo.

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Afinal, basta colocar a alavanca em Drive e seguir viagem sem se preocupar com trocas de marcha. O problema é que, durante muito tempo, quem buscava um carro automático barato precisava desembolsar mais de R$ 105 mil.

Agora, temos um novo cenário. Com a chegada da linha 2027 da Chevrolet, o mercado ganhou um novo carro automático mais barato do Brasil. Por isso, o Auto+ separou os cinco modelos com dois pedais mais acessíveis atualmente.

Fiat Argo Trekking 1.3 CVT – R$ 111.990

Por alguns anos, o Fiat Argo ocupou posição de destaque entre os carros automáticos mais baratos do país. Hoje ele aparece na quinta colocação com a versão Trekking equipada com câmbio CVT.

O hatch compacto utiliza motor 1.3 aspirado flex que entrega 98/107 cv e 13,2/13,7 kgfm. O câmbio CVT simula até sete marchas e ajuda o modelo a acelerar de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos. Além disso, o consumo chega a 14,3 km/l na estrada com gasolina.

Chevrolet Onix 1.0 Turbo AT – R$ 109.290

Chevrolet Onix turbo AT 2026 azul

A renovação da linha 2027 deixa ainda o Chevrolet Onix entre os automáticos mais acessíveis do mercado brasileiro. Nesta configuração, o hatch utiliza o novo motor 1.0 turbo flex da família CSS Prime associado ao câmbio automático de seis marchas. O conjunto entrega 115,5 cv e 16,3/16,8 kgfm.

Com isso, o compacto acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e registra consumo de até 15,3 km/l na estrada, o melhor número entre os carros dessa lista.

Fiat Argo Drive 1.3 CVT – R$ 108.990

Fiat Argo Drive cinza de frente em um fundo genérico

Logo acima do novo líder aparece outra versão do Fiat Argo. Neste caso, o hatch surge na configuração Drive, que mantém o mesmo conjunto mecânico da versão Trekking. O motor 1.3 aspirado gera 98/107 cv e 13,2/13,7 kgfm, enquanto o câmbio CVT simula sete marchas.

O desempenho é ligeiramente melhor. O modelo faz de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e também alcança até 14,3 km/l na estrada com gasolina.

Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Eco AT – R$ 106.790

Chevrolet Onix Plus  azul estático de frente

Além de figurar entre os carros automáticos mais baratos do Brasil, o Chevrolet Onix Plus Eco também se tornou o sedan automático mais barato do país. Há ainda outro detalhe importante. Ele também ocupa o posto de sedã turbo mais barato atualmente à venda no mercado brasileiro.

Para atingir esse preço, a Chevrolet adotou a estratégia de só usar o motor exclusivamente a etanol. A versão Eco usa o motor 1.0 turbo da família CSS Prime que entrega 115,5 cv e 16,8 kgfm sempre com o combustível vegetal. O câmbio automático de seis marchas permanece o mesmo das demais versões. Segundo a fabricante, o sedan acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e pode alcançar até 11,1 km/l na estrada com etanol.

Chevrolet Onix 1.0 Turbo Eco AT – R$ 103.190

Chevrolet Onix Eco  somente a etanol de lado estático

O novo carro automático mais barato do Brasil também é, curiosamente, o carro turbo mais barato do país. A Chevrolet criou a versão Eco para reduzir o preço de entrada do Onix automático e acabou colocando o hatch na liderança deste ranking.

Assim como acontece no Onix Plus Eco, o modelo utiliza exclusivamente etanol. O motor 1.0 turbo entrega 115,5 cv e 16,8 kgfm, sempre ligado a uma transmissão automática de seis marchas. O desempenho é exatamente o mesmo do sedã. O hatch acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e registra consumo de até 11,1 km/l na estrada.

E você, abriria mão da gasolina para ter um carro automático mais barato ou prefere pagar mais por uma versão flex tradicional? Deixe sua opinião nos comentários!

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Luiz Forelli

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, sempre fascinado por carros. Passava horas dirigindo no colo da família dentro da garagem ou empurrando carrinhos pela casa, como se já soubesse que seu caminho estaria entre motores e rodas. Hoje, realiza o sonho de infância escrevendo sobre o universo automotivo com a mesma empolgação de quem brincava com um volante imaginário. No lugar do sangue, corre gasolina, e isso nunca foi segredo.

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