Você pode não se lembrar, mas a Subaru já viveu por anos no Brasil. Todavia, ela nunca teve o destaque como a Honda e a Toyota, embora entregasse modelos bem chamativos para a época. Hoje, ela não tem mais nenhuma concessionária funcionando no país e afirma que voltará em breve. E você se lembra de como era o Forester? Ele foi o último carro que ela vendeu por aqui e seu fim foi bem triste e apagado.
Era uma vez…
A montadora japonesa o apresentou ao público quase no fim da década de 1990. Surpreendentemente, o Forester nasceu como uma perua e usava a plataforma do sedan Impreza, segundo a Quatro Rodas. Na época, ele chamava atenção por mesmo sendo uma station wagon, tinha aptidão suficiente para encarar um off-road sem tanto receio.
Sua primeira geração tinha visual bem diferente, priorizando linhas mais retas e o aspecto no geral era quadrado. Um dos seus destaques eram as portas sem moldura, algo visto mais em carros mais caros. Segundo o Auto Evolution, a primeira vida do SUV japonês trazia motor 2.0 de 125 cv, tinha tração nas quatro rodas e o câmbio era manual.

Em 2000, ele passou por sua primeira mudança de visual. Todavia, o resultado não foi uma alteração tão radical. Só que, o Forester já tinha se consolidado no meio, principalmente pela boa altura em relação ao solo. Foi nesse momento que ele conheceu o propulsor 2.0 turbo com mais de 150 cv. Lá fora, ele chegou a ter até motor 2.5.
Pronto para tudo
Foi em 2002 que o SUV japonês ganhou sua segunda geração. Ele ainda tinha ar mais quadrado, porém as linhas eram mais atuais. No visual, um destaque era a ampla entrada de ar na parte central do capô. Ela era instalada nas versões turbinadas, principalmente para ajudar no resfriamento do conjunto. Os famosos motores Boxer da Subaru seguiam mais vivos do que nunca.
Pouco tempo depois a fabricante promoveu outra reestilização. Nesse momento, o SUV da Subaru já trazia visual atualizado e com linhas arredondadas. Agora, ele desfrutava também de ar mais parrudo. Os brasileiros já tinham se encantado por ele, embora o modelo não tinha sido um sucesso de vendas.

E em 2008 tudo mudou drasticamente. A terceira geração do Subaru Forester deixou de lado definitivamente o ar de perua altinha para virar um SUV de fato. Essa mudança ocorreu tanto para emplacar mais unidades quanto para atender a crescente demanda do público. Foi neste momento que ele passou a ter câmbio automático de série em suas versões e até teto solar.
Aliás, o público internacional o podia comprar com propulsor a diesel, algo exótico para os brasileiros. Em 2013 a quarta geração do SUV japonês foi apresentada. Diferentemente das gerações anteriores, essa foi vista primeiro na China e depois foi apareceu nos demais mercados.

Brasil começou a ficar para trás
Mais ou menos nessa época, os brasileiros começaram a entrar na moda dos SUVs. E os primeiros representantes acessíveis eram o Ford EcoSport e Renault Duster. O Forester até aparecia, mas era como aquele parente distante que só vemos uma vez.
Em 2019, a Subaru apresentou a quinta geração do SUV, a última que vimos por aqui. Ele se destacava principalmente por ser um dos primeiros carros a ter motorização semi-híbrida. Este conjunto une um motor a combustão com um pequeno sistema elétrico. De acordo com as montadoras, a parte elétrica serve para reduzir a emissão de poluentes e o consumo de combustível.

Mesmo com diversos apelos, o Forester não emplacou e viveu nas sombras por aqui. Hoje, ele vive muito bem em mercados como o norte-americano. Para se ter ideia, ele segue com ar robusto, visual parrudo e motorização eletrificada.
Final melancólico
Os brasileiros não deram o devido destaque ao SUV japonês e ele passou batido. As últimas unidades encontradas recentemente foram fabricadas em 2023 e desde então estavam sob cuidados da CAOA, empresa que trouxe a Subaru para cá.
Quem der a sorte de encontrá-lo em uma loja, poderá desfrutar de ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia, câmera de ré e outros itens. Seu motor 2.0 semi-híbrido entrega 150 cv e a velocidade máxima é de 188 km/h. Além disso, ele vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos.
Teto solar, entre-eixos de 2,67 m e porta-malas de 509 litros se destacam. Inclusive, um Subaru Forester e-Boxer pode ser achado por mais de R$ 253 mil, segundo a Jato Dynamics.

Você se lembrava do Subaru Forester? Já andou em um? Conte nos comentários




Muita desinformação no texto:
1- Motor de fastback – de onde o autor tirou isso??
2 – teto solar e câmbio automático estão presentes desde a primeira geração.
3 – motor 2.5 turbo está nas versões de 2007 a 2013.
4 – não existiu Forester Diesel no Brasil
5 – nenhuma geração foi um sucesso de vendas, mas a que mais vendeu aqui foi a 3ª (2008 – 2013).
Tenho o xt 2010 dessa terceira geração ainda com 80 mil km ,um belo carro muito acima da média do Brasil.
De parecido com o motos do Fastback, não tem nada.
Sempre usou motor boxe e sempre com tração integral. Inicialmente com câmbio automático de 4marchas e mais tarde com CVT. A versão XT tem turbo e entrega 240cv com 35,8 kg de torque.
Acho que esse Felipe devia cortar o cabelo e estudar mais sobre o que vai falar
Motor parecido com do fastback?
Nunca vi uma informação tá errada…motor Boxer da Subaru é exclusivo não tem nada que se aproxime da tecnologia da Subaru…o resto e TD lixo..!!! Pelo jeito o estagiário não entende nada de merda nenhuma..kkkk
Motor de fastback? Desde quando o Fastback usa motor boxer?
Minha Forester 2.0 2010 funciona muito bom como um relógio, tem 155.000km, nunca me deixou na estrada, só manutenção como manda o manual. Muito confiável 👍
Forrester XT turbo: 240 hp. Porém vendia só 5% dos aspirados.
Subaru foi um promotor do desenvolvimento do câmbio CVT da Van Doorn (comprada pela ZF).
Câmbio presente em 90% da linha Subaru. Motor Boxer (tipo fusca) e transmissão 4×4 permanente.
Não foi a Caoa que trouxe a Subaru para o Brasil. A Caoa comprou da S.Motors, que anteriormente trouxe a Lada.
Realmente está notícia não ficou muito boa, muita informação furada, existia tbm uma versão turbo que era muito top…
De 2015 em diante teve câmbio cvt
Olha dizem que foi um veículo muito para frente do tempo,muito confiável, tecnológico, tração integral, talvez falou designer, mas tenho certeza que faltou mídia.
Ola boa noite.
Eu tenho 2 forester, uma 1998 e um 2009.
Meu 1998 tem 300mil km. E não foi feito a parede de baixo ainda, carro muito guerreiro o não vendo por nada.
Carro 1998 com ar condicionado, vidros elétricos, trava elétricas, retrovisores elétricos, logo faz 30 anos e vou por placa preta ele merece..
Só agraço.
Tenho um Subaru Forrester XT 2.0. 2016 e 125.000km
Um espetáculo de carro.
Forte, robusto, confiável.
Pena que a CAOA queimou a marca.
Não investiu nada no marketing.
E hoje tenho dificuldades em reposição de peças originais
Tenho uma xt 2011 a seis anos e que está com 130.000 km, carro fantástico, confiável, seguro e resistente. Já tive honda, Suzuki, e considero a subaru superior. Uma pena não ter sido divulgada corretamente a marca aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e outros países, é uma marca reconhecida positivamente.