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Como o Chevrolet Sonic vai se posicionar entre Onix e Tracker?

Vamos entender qual será o posicionamento do Chevrolet Sonic entre o querido Onix e o desejado Tracker no disputado cenário brasileiro

3 min de leitura

O ano de 2026 ainda promete fortes emoções para o setor automotivo. A Chevrolet vai apresentar oficialmente o novo SUV Sonic no começo de maio. Ele virá para surfar na onda dos SUVs subcompactos e promete azucrinar o Volkswagen Tera. Há um porém aqui: onde o Sonic vai entrar no portfólio? É o fim do Onix? E o Tracker? Aperte os cintos, vamos te explicar tudo.

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Vamos usar a lógica

A Chevrolet viu o sucesso que a Fiat conquistou com o Pulse e a Volkswagen com o Tera. Hoje, as duas marcas nadam de braçadas nesta categoria. Além disso, elas mantém vivos o Argo e o Polo, pois entenderam que os compradores são levemente distintos. Pensando nisso, a marca norte-americana já sabe onde vai colocar o novo modelo.

O Onix não vai morrer. Ele é o modelo mais barato que ela oferece aos brasileiros, partindo de R$ 101.790. O que vai acontecer é um reposicionamento de gama. Atualmente, o hatch compacto possui sete versões e em breve ganhará a opção aventureira Activ. Com as duas novidades na porta, podemos esperar que os Onix Premier e RS sejam descontinuados em prol das novidades.

Chevrolet Onix RS lateral
Chevrolet Onix RS [Auto+ / João Brigato]

Inclusive, a chegada do Chevrolet Sonic não causará o fim de linha do Onix Plus. O sedan compacto seguirá firme em produção por mais um tempo, principalmente por ter altas vendas e boa aceitação no mercado. A linha 2027 do Onix poderá ter preços entre R$ 100 mil e R$ 120 mil. Assim, ele segue entre as opções mais baratas do Brasil, atende frotistas e quem prefere hatches ao invés dos SUVs.

E o Tracker nesse meio?

Contudo, a vida do Tracker deverá mudar de forma mais contundente. Consolidado no segmento de SUVs compactos, seus preços ficam entre R$ 119.900 e R$ 178.990. O Chevrolet Sonic terá apenas duas versões: a urbana Premier e a esportivada RS.

Já que ele vai bater de frente com o Renault Kardian, suas etiquetas ficarão entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. Ou seja, valores bem colados aos dos Tracker Sem Nome, LT e até LTZ. Para que o rival do Volkswagen T-Cross não perca tantos clientes para o novato, a Chevrolet terá de reposicioná-lo no mercado. Além disso, ele vai apostar na eletrificação logo mais.

Chevrolet Tracker Sem Nome 1.0 AT estático na cor azul escura
Chevrolet Tracker Sem Nome 1.0 AT [Auto+/Luiz Forelli]

Isso acontecerá da seguinte forma: o Tracker passará a ter conjunto semi-híbrido de 48V, tal como o colunista Jorge Moraes da CNN antecipou. Essa motorização vai chegar em breve ao mercado e ajudará ao SUV a ter mais apelo junto ao público. Com o Tracker levemente mais caro e eletrificado, o Sonic segue mais tranquilo abrindo a porteira de SUVs da Chevrolet para o Brasil.

Quando o Sonic vier, você vai comprá-lo ou ainda seguirá pensando entre Onix e Tracker? Conte nos comentários

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Felipe Yamauchi

Formado em jornalismo, é muito curioso e gosta de entender como tudo funciona. Como jornalista, já trabalhou no ramo de entretenimento, saúde, embarcações e agora fala de carros de uma segunda-feira até a outra sem nenhum problema. É um entusiasta da onda de SUVs.

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