O ano de 2026 ainda promete fortes emoções para o setor automotivo. A Chevrolet vai apresentar oficialmente o novo SUV Sonic no começo de maio. Ele virá para surfar na onda dos SUVs subcompactos e promete azucrinar o Volkswagen Tera. Há um porém aqui: onde o Sonic vai entrar no portfólio? É o fim do Onix? E o Tracker? Aperte os cintos, vamos te explicar tudo.
Vamos usar a lógica
A Chevrolet viu o sucesso que a Fiat conquistou com o Pulse e a Volkswagen com o Tera. Hoje, as duas marcas nadam de braçadas nesta categoria. Além disso, elas mantém vivos o Argo e o Polo, pois entenderam que os compradores são levemente distintos. Pensando nisso, a marca norte-americana já sabe onde vai colocar o novo modelo.
O Onix não vai morrer. Ele é o modelo mais barato que ela oferece aos brasileiros, partindo de R$ 101.790. O que vai acontecer é um reposicionamento de gama. Atualmente, o hatch compacto possui sete versões e em breve ganhará a opção aventureira Activ. Com as duas novidades na porta, podemos esperar que os Onix Premier e RS sejam descontinuados em prol das novidades.

Inclusive, a chegada do Chevrolet Sonic não causará o fim de linha do Onix Plus. O sedan compacto seguirá firme em produção por mais um tempo, principalmente por ter altas vendas e boa aceitação no mercado. A linha 2027 do Onix poderá ter preços entre R$ 100 mil e R$ 120 mil. Assim, ele segue entre as opções mais baratas do Brasil, atende frotistas e quem prefere hatches ao invés dos SUVs.
E o Tracker nesse meio?
Contudo, a vida do Tracker deverá mudar de forma mais contundente. Consolidado no segmento de SUVs compactos, seus preços ficam entre R$ 119.900 e R$ 178.990. O Chevrolet Sonic terá apenas duas versões: a urbana Premier e a esportivada RS.
Já que ele vai bater de frente com o Renault Kardian, suas etiquetas ficarão entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. Ou seja, valores bem colados aos dos Tracker Sem Nome, LT e até LTZ. Para que o rival do Volkswagen T-Cross não perca tantos clientes para o novato, a Chevrolet terá de reposicioná-lo no mercado. Além disso, ele vai apostar na eletrificação logo mais.

Isso acontecerá da seguinte forma: o Tracker passará a ter conjunto semi-híbrido de 48V, tal como o colunista Jorge Moraes da CNN antecipou. Essa motorização vai chegar em breve ao mercado e ajudará ao SUV a ter mais apelo junto ao público. Com o Tracker levemente mais caro e eletrificado, o Sonic segue mais tranquilo abrindo a porteira de SUVs da Chevrolet para o Brasil.
Quando o Sonic vier, você vai comprá-lo ou ainda seguirá pensando entre Onix e Tracker? Conte nos comentários


