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A diferença brutal!

Crash-test com Chevrolet Blazer antigo e novo comprova fragilidade dos carros velhos

Apesar de muita gente achar que os carros antigos com lata mais dura eram mais seguros, a prova concreta mostra que não

3 min de leitura

A evolução na segurança dos carros é algo que nem sempre aparece a olho nu. Afinal, zonas de deformação e airbags ficam escondidos sob a carroceria. Por isso, muita gente ainda acredita que carros antigos, por usarem aços mais espessos, pesados e resistentes a amassados, seriam mais seguros. Mas essa ideia está completamente errada e foi comprovada no crash-test entre dois Chevrolet Blazer.

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IIHS coloca Chevrolet Blazer antigo e novo frente a frente

O IIHS (Insurance Institute for Highway Safety), dos Estados Unidos, colocou frente a frente dois Chevrolet Blazer separados por 30 anos. O modelo azul, fabricado em 1996 e praticamente igual ao SUV vendido no Brasil na época, colidiu frontalmente com um Blazer 2026 (nunca vendido aqui). O resultado impressiona.

Essa não foi a primeira vez que o instituto realizou um experimento desse tipo. Anteriormente, o IIHS colocou um Chevrolet Malibu 2009 contra um Bel Air 1959. O método permaneceu o mesmo: os técnicos lançaram os veículos a 65 km/h, fazendo com que 40% da dianteira de cada carro absorvesse o impacto.

Resultado do teste assusta

O resultado foi bastante claro: os ocupantes do Blazer 1996 não sobreviveriam, enquanto os passageiros do Blazer 2026 sairiam vivos do acidente.

Logo nos primeiros instantes da colisão, toda a estrutura frontal do Blazer antigo se deformou severamente. O capô se destruiu, a coluna A entortou e a dianteira se dobrou completamente para o lado do impacto. Mesmo equipado com airbag para o motorista, o SUV antigo permitiu que o painel avançasse contra o condutor, situação que provocaria ferimentos fatais.

Estrutura moderna faz toda a diferença

No caso do Blazer 2026, a história foi completamente diferente. A coluna A permaneceu intacta, assim como o teto. A dianteira absorveu grande parte da energia do crash-test ao se deformar de maneira controlada, exatamente como os engenheiros planejaram.

Além da estrutura reforçada, o SUV moderno conta com diversos airbags adicionais, ampliando significativamente a proteção dos ocupantes. Outro detalhe importante é que o painel permaneceu em sua posição original e nenhuma peça se soltou dentro da cabine, algo que aconteceu no modelo de 1996.

O crash-test deixa claro que amassar menos não significa oferecer mais segurança. Nos carros modernos, a deformação controlada da carroceria protege os ocupantes e reduz drasticamente o risco de lesões graves. Nos carros antigos…melhor sua reza ser forte.

Você ainda acredita que carros antigos são mais seguros? Conte nos comentários.

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João Brigato

Formado em jornalismo e design de produto, é apaixonado por carros desde que aprendeu a falar e andar. Tentou ser designer automotivo, mas percebeu que a comunicação e o jornalismo eram sua verdadeira paixão. Dono de um Jeep Renegade Sem Nome, até hoje se arrepende de ter vendido seu Volkswagen up! TSI.

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