A nova geração do Dolphin Mini estará à venda no mercado brasileiro por volta de 2028, sendo comercializada em paralelo com o modelo atual. O anúncio foi feito por Alexandre Baldy, vice-presidente sênior do fabricante chinês. Entre os pontos altos estão as dimensões significativamente maiores, o visual totalmente repensado e números de desempenho melhores.
A confirmação, segundo o Motor1Brasil, joga luz sobre o destino do compacto após documentos de homologação publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da China (MIIT). O hatch foi desenvolvido para atrair os olhares no segmento de elétricos e, principalmente, rivalizar com o Geely EX2.
Com as novas proporções, o elétrico da BYD deixa de ser um subcompacto para atuar em uma faixa acima, a dos hatches elétricos de entrada. Sobretudo, são 4,20 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,57 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. Houve um aumento de 42,5 centímetros no comprimento e de 15 centímetros na distância entre-eixos em relação ao modelo atual. Portanto, o porte é praticamente o mesmo do Geely EX2, que oferece 4,13 m de comprimento e exatamente o mesmo entre-eixos.
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Como a nova geração do BYD Dolphin Mini ficará na gama?
Dentro da gama de produtos da BYD no Brasil, a novidade supera até o Dolphin GS (R$ 149.990, oferecendo 4,12 m de comprimento). Aliás, o design inteiramente renovado exibe novos faróis, para-choques redesenhados e superfícies mais limpas. As lanternas passam a ser independentes, mantendo a assinatura luminosa.
Os registros de homologação também apontam para novidades estéticas, incluindo novas rodas e acabamentos da carroceria. Outra evolução está na motorização: a potência salta dos atuais 75 cv para 129 cv, enquanto a velocidade máxima passa de 130 km/h para 150 km/h.

A BYD dá continuidade ao uso das baterias Blade com química de fosfato de ferro-lítio (LFP), produzidas por sua subsidiária FinDreams. No entanto, os registros do MIIT ainda não detalharam a capacidade do conjunto nem a autonomia final homologada.
A estratégia da BYD prevê a convivência de ambos os carros no Brasil. Ou seja, o Dolphin Mini atual seguirá como a opção de entrada e a nova geração posicionada um degrau acima, oferecendo cabine mais ampla, maior desempenho e melhor pacote tecnológico, sem decretar o fim imediato do compacto à venda aturalmente.
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Com esse movimento, a marca expande sua presença em um momento que a concorrência entre os elétricos vindos da China se acirra no Brasil.
E você, quais são as suas expectativas para a nova geração do BYD Dolphin Mini? Escreva nos comentários.
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