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Mais um modelo

Changan CS55 roda em em testes no Brasil e vai mexer no segmento de SUVs

SUV maior que Compass surge em São Paulo para ser uma ofensiva aos modelos a combustão e híbridos

4 min de leitura

A Changan voltou ao Brasil com planos ambiciosos e fortes, e desde que saiu por aqui em 2016, ainda como Chana, a montadora mudou completamente, cresceu na China, deixou os comerciais leves de lado e agora aposta forte em SUVs tecnológicos. Um dos principais nomes dessa nova fase já aparece nas ruas, o CS55, que deve virar peça-chave no portfólio. 

Além de já confirmar a submarca de luxo Avatr, com o Avatr 11 em pré-venda, enquanto testa também CS75 e o UNI-T, esse último já com confirmação de produção no Brasil, agora, o CS55 surge como outra aposta, e deve ocupar uma posição estratégica entre os SUVs médios, justamente um dos segmentos mais fortes do país.

O flagra foi feito por Marcelo Alixandre em Iracemápolis (SP), coincidentemente na cidade em que é montado os carros da GWM, e os outros registros feitos pela equipe do Auto+ na capital paulista, dando para entender bem a proposta do modelo.  

Porte de SUV médio que está crescendo dentro do segmento

Caoa Changan CS55 flagra
Caoa Changan CS55 [Auto+/Luiz Forelli]

O CS55 mede 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,67 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, ou seja, supera os modelos tradicionais do segmento, como o Jeep Compass, que tem 4,40 m, e também passa o Toyota Corolla Cross com 4,46 m.

Além disso, seu porte se aproxima de modelos mais atuais e chineses, que vem aumentando o tamanho do segmento, como o Caoa Chery Tiggo 7, de 4,50 m, o Jeecoo 7 e Omoda 7 (4,50 m e 4,66, respectivamente) Já o porta-malas do CS55 leva  475 litros, números próximos dos modelos da Jeep e Toyota.

Motores podem ser diferencial

Caoa Changan CS55 flagra
Caoa Changan CS55 [Auto+/Luiz Forelli]

Na China, o CS55 usa motor 1.5 turbo com 192 cv e 31,6 kgfm, ligado a câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas. Além disso, existe versão híbrida plug-in, com o mesmo 1.5 turbo e motor elétrico ligado a bateria de 18,4 kWh, que entrega 215 cv e 47,3 kgfm. Isso permite uma autonomia de 125 km no ciclo chinês CLTC e podendo superar os 1.200 km, segundo a marca. 

Por outro lado, a Changan também prepara uma versão híbrida plena, posicionada entre as duas. Se vier ao Brasil com essas três opções, combustão, híbrido e plug-in, o CS55 pode se diferenciar, já que esse nível de variedade em apenas um modelo é raro.

Visual e interior chinês

O design segue a identidade atual da Changan, com grade tridimensional em efeito colmeia, criando profundidade e destaque frontal. Além disso, os faróis em LED têm formato em C e são interligados por um filete luminoso.

Na traseira, as lanternas conectadas lembram o Honda HR-V, com barra contínua atravessando a tampa. A lateral mostra linha de cintura alta, enquanto a coluna traseira traz acabamento com efeito aerodinâmico integrado.

Changan CS55 Plus [Divulgação]

Por dentro, o CS55 segue padrão atual dos chineses, com painel digital de 10,25 polegadas integrado à multimídia de 14,6 polegadas. Além disso, o console central é limpo, com carregador por indução de 50W, chave presencial e botão de partida.

Em segurança, traz piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência, assistente de faixa e alerta de ponto cego. Além disso,  os bancos dianteiros têm função de massagem em oito pontos, algo incomum na categoria.

E você, o CS55 chega para brigar forte ou ainda fica atrás dos SUVs médios já consolidados? Deixe seu comentário!

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Luiz Forelli

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, sempre fascinado por carros. Passava horas dirigindo no colo da família dentro da garagem ou empurrando carrinhos pela casa, como se já soubesse que seu caminho estaria entre motores e rodas. Hoje, realiza o sonho de infância escrevendo sobre o universo automotivo com a mesma empolgação de quem brincava com um volante imaginário. No lugar do sangue, corre gasolina, e isso nunca foi segredo.

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