Deixando claro que o Fiat Argo X é, definitivamente, o carro mais importante da Stellantis nesta década, o modelo dará origem a quatro dos cinco lançamentos que a marca italiana fará no Brasil até 2030. Como parte do plano Fastlane, a Fiat lançará um novo modelo por ano até o fim da década, começando justamente em 2026 com o Argo X.
Argo X será a base da nova geração de modelos
Dentro do cronograma de lançamentos e desenvolvimento da Fiat para o Brasil estão os projetos F1H, F2U, F2X, XBP e F3P. Os quatro primeiros pertencem à família do Argo X. A única exceção é a nova geração da Fiat Toro, identificada pelo código F3P. Por isso, ela será a última novidade da marca, com estreia prevista para 2030.
Um Fiat por ano
O Argo X, identificado internamente como projeto F1H, inaugura a nova fase da Fiat em 2026. Além disso, ele estreia a plataforma Smart Car, uma derivação de baixo custo da CMP utilizada atualmente por modelos como Peugeot 208 e 2008.

A partir dessa arquitetura nascerão os demais modelos da família. O projeto F2U corresponde ao Grizzly, que no Brasil será vendido como nova geração do Pulse. Já o F2X dará origem ao Grizzly Fastback, que manterá apenas o nome Fastback por aqui. Por fim, o projeto XBP identifica a terceira geração da Strada, que continuará usando o mesmo nome tanto no Brasil quanto na Europa.
Nova estratégia mantém os nomes já conhecidos
Com exceção da Strada, todos esses modelos terão nomes diferentes entre Brasil e Europa, apesar de compartilharem praticamente o mesmo projeto. Essa mudança faz parte da nova estratégia da Fiat de preservar nomes já consolidados no mercado brasileiro.

Foi justamente essa política que levou a marca a adotar o nome Argo X em vez de Grande Panda ou Uno para o novo hatch nacional.
Família compartilhará motores e eletrificação
As novas gerações de Pulse, Fastback e Strada dividirão com o Argo X o motor 1.0 três cilindros turbo com sistema MHEV. Esse conjunto equipará as versões topo de linha da picape e as variantes intermediárias dos SUVs.

Já as versões Abarth de Pulse e Fastback continuarão utilizando o motor 1.3 turbo, que deverá receber eletrificação leve. A Strada, por outro lado, não terá essa motorização. A picape seguirá com o 1.3 aspirado, disponível com câmbio manual ou CVT associado ao sistema MHEV.
Além disso, a Fiat estuda produzir a Strada elétrica no Brasil. O modelo já está previsto para a Europa, assim como o Grande Panda EV, o Grizzly EV e o Grizzly Fastback EV. Já a Toro de segunda geração será vendida com motor 1.3 quatro cilindros turbo MHEV, 2.2 quatro cilindros turbo diesel e uma inédita versão Abarth com o 2.0 quatro cilindros turbo flex.

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Pra mim, continua inadequada a estratégia de manter o nome argo num carro. Madame te inspirado nos fiats quadrados como o Uno que é um nome muito mais consolidado que argo.
Acho engraçado a Strada sendo “adotada” por uma família de veículos a cada geração. A primeira foi integrante da família Palio, a segunda é irmã do Mobi, e agora a terceira vai ser baseada no Argo.
Pelo que eu tava vendo, não colocaram UNO pra nao ligar o carro a simplicidade ou de carro barato.
UNO é um modelo do que o mercado já foi um dia: carro barato e acessível. Acho que só num desespero que a Fiat possa cogitar usar esse nome
Strada elétrica