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Chevrolet Sonic vende mais que Kardian e encosta no Pulse em estreia

Novo SUV produzido no Rio Grande do Sul vai muito bem no lançamento e alcança volume do Renault Kardian e se aproxima do Fiat Pulse 

3 min de leitura

A Chevrolet divulgou que comercializou 14 mil unidades do novo Sonic no Brasil logo em sua estreia comercial. Segundo a marca, este é o maior volume já registrado pela fabricante no lançamento de um veículo no mercado brasileiro.

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O número chama atenção principalmente porque a Chevrolet utiliza o termo comercializou, ou seja, a fabricante fala em carros vendidos e faturados, não apenas reservas ou intenção de compra. Isso diferencia o caso do Sonic de outros lançamentos, como foi o caso do Volkswagen Tera.

No caso do Tera, por exemplo, a marca havia anunciou 12 mil pedidos em apenas 50 minutos durante junho de 2025. Porém, ali tratava-se de reservas registradas, enquanto o Sonic cita comercialização efetiva, algo que depois ainda depende de produção, entrega e emplacamento.

Sonic já se aproxima de rivais tradicionais

volkswagen tera azul de frente com uma parede de folhas ao fundo
Volkswagen Tera MPI [Auto+/Rafael Pocci Déa]

Se as 14 mil unidades divulgadas pela Chevrolet forem realmente entregues e emplacadas ao longo dos próximos meses, o Sonic já começaria sua trajetória muito próximo dos rivais e até passando um deles.

Segundo dados da Fenabrave, o Fiat Pulse somou 15.805 unidades comercializadas no acumulado de 2026. O detalhe é que o SUV da Fiat possui oito versões diferentes disponíveis no mercado. 

Chevrolet Sonic RS [Auto+ / Rafael Pocci Dea]

Enquanto isso, o Renault Kardian registrou 5.006 emplacamentos no mesmo período, considerando suas cinco configurações. Já o Volkswagen Tera ainda está longe, já que o SUV de entrada da marca alemã acumulou 24.558 unidades comercializadas em 2026.

Portanto, isso significa que o Sonic praticamente alcançou o volume anual do Pulse logo em seu lançamento e ficou muito acima do Kardian, mesmo sendo vendido apenas em duas versões.

interior Chevrolet Sonic Premier
Chevrolet Sonic RS [Auto+ / Rafael Pocci Dea]

Vale lembrar que a Chevrolet não trata o Sonic como rival direto do Pulse, Kardian e Tera, pois a marca chama o modelo de SUV cupê. Porém, olhando proporcionalmente, o modelo não tem uma queda de teto tão acentuada quanto SUVs cupês tradicionais, caso esse do Fastback e Nivus e até o Basalt da Citroën.

Além disso, a Chevrolet divulgou que organizou um grande evento nacional para impulsionar o lançamento do carro. A montadora promoveu no dia 20 de maio o chamado Sonic Day, uma mobilização simultânea com cerca de 600 concessionárias em todo o Brasil para apresentar oficialmente o SUV aos clientes.

Preços promocionais 

teto do Chevrolet Sonic Premier [divulgação]
Chevrolet Sonic RS [Auto+ / Rafael Pocci Dea]

Neste momento, o Sonic é vendido em duas versões. A configuração Premier parte de R$ 129.990, enquanto a RS custa R$ 135.990 durante a campanha de lançamento. Porém, posteriormente, o SUV passará a custar R$ 134.990 na versão Premier e R$ 140.990 na configuração RS.

As diferenças entre as duas opções acabam ficando concentradas principalmente no visual. A RS aposta em detalhes esportivos exclusivos, enquanto o restante do conjunto permanece praticamente igual entre ambas.

Motor do Tracker equipa o Sonic

interior Chevrolet Sonic Premier [Auto+ / Rafael Pocci Dea]

Debaixo do capô, o Sonic utiliza o já conhecido motor 1.0 turbo flex de injeção direta da Chevrolet, o mesmo conjunto utilizado pelo Tracker. Nesse caso, o propulsor entrega 115,5 cv e 18,3/18,9 kgfm de torque, sempre combinado ao câmbio automático de seis marchas.

E aí, você acha que o Chevrolet Sonic tem potencial para incomodar Pulse, Kardian e Tera? Deixe abaixo sua opinião nos comentários!

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Luiz Forelli

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, sempre fascinado por carros. Passava horas dirigindo no colo da família dentro da garagem ou empurrando carrinhos pela casa, como se já soubesse que seu caminho estaria entre motores e rodas. Hoje, realiza o sonho de infância escrevendo sobre o universo automotivo com a mesma empolgação de quem brincava com um volante imaginário. No lugar do sangue, corre gasolina, e isso nunca foi segredo.

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